Associação de Professores de Filosofia
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DOCUMENTOS

O LUGAR DO HOMEM NO UNIVERSO


PLANO DE AULA
Foto da Terra
Texto de Pol Droit
Texto de Sagan



veja o vídeo

"Nós Estamos Aqui: O Pálido Ponto Azul"
(CARL SAGAN)


Para celebrar o DIA INTERNACIONAL DA FILOSOFIA, propusemos à reflexão o tema O LUGAR DO HOMEM NO UNIVERSO, a partir de uma experiência filosófica proposta por Roger-Pol Droit, conjugada com uma fotografia da Terra obtida pela sonda Voyager 1 (o artefacto humano mais distante da Terra) e um texto de Carl Sagan sobre a história e o propósito dessa fotografia. Contudo, o plano de aula que disponibilizámos permite a inclusão do tema no âmbito mais vasto da comemoração do Ano Internacional da Astronomia. Assim, se é professor ou professora e ainda não aplicou este plano, poderá fazê-lo junto dos seus alunos em qualquer altura até final de 2009. Os trabalhos que forem chegando até nós serão colocados em linha nesta página.


[Colégio da Imaculada Conceição (Cernache) [novo]- Colégio de São Gonçalo (Amarante) - Didáxis Cooperativa de Ensino (Riba de Ave) [novo]- Escola 2,3/S de Celorico de Basto [novo] - Escola Básica e Secundária Vila Franca do Campo (Açores) [novo] - Escola Secundária Infanta D. Maria - Escola Secundária Filipa de Vilhena - Escola Secundária Joaquim de Carvalho - Escola 2,3/S Manuel Ribeiro Ferreira - Escola Secundária de Montemor-o-Velho - Escola Secundária de Pinhel - Escola Secundária do Restelo - Escola Secundária de Tavira]

COLÉGIO DA IMACULADA CONCEIÇÃO - Cernache

A nossa gigantesca insignificância
Ao observarmos a imagem captada pela Voyager I ficamos perplexos e atónitos pois nela se destaca a nossa gigantesca insignificância. Neste vasto Cosmos onde existe um imensurável número de planetas, o nosso é exclusivamente um minúsculo ponto no meio de muitos milhares de milhões de outros.
Temos consciência que, duas células invisíveis a olho nu dão origem a um ser. Esse ser, um ser Humano, cresce e torna-se um Homem e, todas as acções e pensamentos desse Homem são influenciados pela sociedade onde este cresceu. É o conjunto de todas estas diferentes sociedades existentes, que influenciam o ser Humano, que formam a Humanidade. Na Humanidade encontramos todo o tipo de Homens, raças, culturas, línguas, no fundo um infinito vasto de diferenças e igualdades. São estas divergências entre os Homens que originam diferentes formas de pensamento, isto é na sociedade onde nós vivemos temos incutidos certos valores que outras sociedades não terão. São estas diferenças características de cada sociedade que nos individualizam de outros seres vivos, não é só o facto de pensarmos racionalmente mas também o facto de o fazermos com uma enorme diversidade.
Portanto destacamo-nos neste planeta e isso é óbvio porém a Humanidade toma isso como garantido, como se o nosso lugar na Terra estivesse pré-destinado e assim continuamos a ser culpados das maiores atrocidades de sempre. Do individualismo para o colectivismo, das guerras à fome e miséria, do amor à traição, do poder e riqueza aos sem-abrigo… É assim que tudo funciona nesta sociedade, estas são todas as coisas que nos são reais e que vivenciamos todos os dias pois também nós integramos uma sociedade. São 510.065.500 Km2, onde tudo isto se aplica, toda a desgraça, toda a tecnologia e desenvolvimento, todos os bons e maus momentos, TODOS NÓS, a Humanidade. Mas o que é isto, comparado com os biliões e biliões de quilómetros do Universo? Com os triliões de estrelas, planetas, quem sabe muitos deles, semelhantes aos nossos.
No final ficamos reduzidos a uma única certeza, podemos ser milhões mas habitamos todos o mesmo ponto azul pálido, um ponto muito pequeno no meio do Universo, e todas as acções que fazemos afectam outras pessoas que habitam no mesmo ponto que nós.
Ao destruirmos este pequeno ponto com a nossa ambição extrema vamos perder a Humanidade pois por muito extenso que seja o Universo é extremamente improvável que alguém nos virá salvar de nós próprios. Por muito reduzido que seja este ponto quando comparado com o Universo, este é o nosso lar e temos de cuidar dele para que a Humanidade não se perca, para que nele muitas outras pessoas sejam felizes e errem, chorem e riam assim como nós e todos os outros que aqui habitaram.

TURMA 10.ºB
Bruno Vicente nº104
Inês Costa nº135
Rita Silvério nº401
David Cortesão nº550

 

O nosso lugar na Terra e no Universo
Será que somos alguma coisa no meio deste universo infinito? Será que temos importância para a Humanidade ou somos apenas viajantes no oculto? Será que, por algum meio, seremos conhecidos nesta imensidão a que chamamos planeta Terra? Todas as respostas para as perguntas são variáveis de acordo com a opinião de cada indivíduo.
Por um lado, podemos ter uma grande importância para o Mundo, mas não nos apercebemos disso. Perante a sociedade actual, se uma pessoa não possuir objectivos de vida, vontade de os concretizar e se não lutar para alcançá-los não irá conseguir destacar-se do resto do Mundo.
Por outro lado, podemos ser apenas mais um ser humano no conjunto de 6600 milhões de pessoas. Se virmos a vida pelo lado considerado “negativo”, o que por vezes causa falta de vontade de viver, não iremos conseguir alcançar o sucesso.
Existem casos em que as pessoas têm a ambição de ser alguém mas não possuem meios suficientes para os concretizar e existem também pessoas que têm tudo para ser alguém e não aproveitem a oportunidade que lhes é fornecida.
Hoje em dia, todas a pessoas têm um papel fundamental a nível ambiental, profissional, económico e social, mesmo que não se apercebam disso.
No que diz respeito ao “Pálido ponto azul”, existem imensas questões, temas, que podemos aprofundar. Um deles é um pouco enigmático. Como é que é possível estar concentrado naquele insignificante ponto tanta crueldade, guerra, sofrimento e angústia e ao mesmos tempo a alegria de viver com aqueles que amamos e que no rodeiam?
Apesar das diferentes perspectivas em relação à nossa importância na sociedade e, apesar de sermos uma pequeníssima insignificância no Universo, temos que aproveitar a vida que nos é proporcionada.

10ºB

Ana Melo Nº450
Filipe Sequeira Nº515
Mariana Martins Nº 713
João Matos Nº 558

 

Um ínfimo ponto no extenso e infinito Universo
Naturalmente, podemos dizer que o nosso planeta é um ínfimo ponto no extenso e infinito Universo que, relacionado com as outras estrelas e planetas, é algo que passa despercebido, logo, na perspectiva do olhar do ser humano, pensa-se que a Terra é um corpo exorbitante em tamanho, mas no fundo essa visão é, de certa forma, distorcida. Será que com esta afirmação as nossas acções terão significado na grandiosidade do Cosmos?
Tendo em conta esta questão, o nosso lugar no Universo, que engloba os nossos esforços para sobreviver, as nossas guerras, que muitas vezes não têm uma razão concreta, as nossas diferenças, não tem qualquer valor visível e/ou palpável. Seguindo esta linha de pensamento, a tentativa da sociedade actual de marcar presença e, de certa forma, afirmar-se perante o Mundo é em vão, pois um dia este local onde habitamos, vai acabar.

Turma 10.ºA
Rafaela Gonçalves, nº766
Ana Carolina Bento, nº438
João Pedro Correia, nº565
João Campos, nº9

 

O Homem no Universo
Qual é afinal a nossa importância nesta imensidão? O que estamos aqui a fazer?
Nós auto-intitulamo-nos os “filhos de Deus”, nós consideramo-nos os seres mais importantes de todos, mas porquê? Se observarmos uma cidade do céu não vemos os seus habitantes, se virmos o país mal distinguimos a cidade, se virmos o continente não distinguimos o país e, finalmente, se virmos a nossa pequena secção da Via Láctea, completamente insignificante, microscópica, neste infinito cosmos, não distinguimos o nosso planeta.
Então porque nos achamos importantes? Porque arruinamos vidas para alcançar mais na nossa? Porque devastamos civilizações para nos tornarmos “líderes supremos”? Um homem nasce, vive e morre sem o país dar por isso, muito menos o Universo.
A humanidade já foi pensada como um erro. O nosso planeta é uma casualidade, uma coisa que nem entra na “grande imagem”, algo que aconteceu por algo inferior, ao acaso. E nós? Nós somos apenas um acaso de ainda menores proporções, a nossa existência não foi predestinada, a nossa existência foi apenas uma hipótese numa gigantesca lotaria de probabilidades.
Então, porque desejamos tanto conquistar este pequeno ponto azul? Porque matamos obedecendo cegamente a ordens? Talvez a palavra “Utopia” queira referir-se a uma realidade ilusória, mas eu, pelo menos, gostaria de viver num mundo sem guerras, preconceitos, injustiças, egoísmo e desigualdades.

Rodrigo Diogo, 10ºA

 

O lugar do homem no Cosmos
Os dois textos em consideração, podem-se sintetizar na ideia de que à pessoa humana se atribui uma imaginária importância, criando a ilusão de ter um lugar especial no universo. Mas à escala espácio-temporal do universo, o planeta Terra ocupa o lugar de um ponto sem dimensão; e a história humana reduz-se aos dois últimos segundos das vinte e quatro horas do tempo universal. A esta escala os criadores e destruidores de civilizações, os caçadores e as presas, os que amam e odeiam constituem a Terra que é “um palco muito pequeno numa gigantesca arena cósmica”.
A intolerância reduz o mundo mental que os seres humanos habitam, e transforma a Terra num lugar mais pequeno ainda. Por isso um autor fala na “espécie absurda e violenta”, e outro, Carl Sagan afirma como os seres humanos “se mostram ansiosos por se matarem uns aos outros”. É preciso continuar a ter esperança em surpresas inomináveis.

10ºA
André Gomes-37
José Archer -120
Tiago Oliveira-148

 

O lugar do homem no Universo
A Terra comparada com os outros planetas do Universo é um simples e insignificante ponto. A dimensão e a natureza desta verdade ultrapassam completamente o entendimento do homem.
Interrogamo-nos muitas vezes: Porque que é que há o Mundo? Porque existimos? Qual o nosso lugar no Universo? Há vida depois da morte?
Os antigos achavam que o nosso papel era o de mediadores entre o mundo divino e o mundo terreno mas, ao contrário daquilo que possamos pensar, o Universo não foi criado especificamente para nós e, com certeza, até nem temos nenhum papel significativo nele. Somos seres no meio de muitos.
Se reflectirmos nestas questões observamos que o homem não é nada no Universo gigantesco e damos de caras com o facto de este não estar no centro da criação, como era dito nos mitos e nas religiões medievais, e vemos que as concepções tradicionais do Homem perderam sentido porque o Universo revelado pela ciência é completamente diferente.
Todas estas questões levam-nos a concluir que por mais respostas que se tentem dar nunca alcançamos a satisfação. Estamos aqui de passagem e devemos, enquanto cá estamos, preservar este planeta que nos dá as condições físicas que permitem a nossa existência.
Numa visão religiosa tudo ascende em última análise a Deus, a relação com ele dá-nos a chave para nos situarmos numa vida que tem verdadeiramente um sentido. Numa visão científica o interesse está no entendimento dos mecanismos da formação do mundo e da vida e os que lhes permitem continuar.
Religião e ciência procuram constantemente as respostas a estas questões. E nós procuramos as respostas que melhor satisfaçam as nossas inquietações.
Tal como Pascal dizia, nós estamos muito longe de compreender os extremos da existência pois desconhecemos completamente o fim e o início das coisas.
Qual é o sentido da vida neste Universo tão distante dos nossos sonhos?
E a grande questão do passado, presente e futuro, será sempre “Qual o lugar do homem no Universo”?

10ºA
Ricardo Moreira
Paulo Guilherme
Pedro Eusébio
Luís Santos

 

O lugar do Homem no Universo
Será que somos tão grandes como pensamos?
Na realidade nós somos privilegiados, pois podemos desfrutar do sol que nos ilumina, assim sem ele não haveria uma grande variedade de vida, mas com as missões realizadas ao espaço fizeram-nos perceber que o nosso planeta não passa de um grão de poeira no vasto Universo.
Afinal somos nós, é o nosso lar, é onde está tudo concentrado, as alegrias, os sofrimentos, os sonhos, as rivalidades, as glorias, as derrotas, a crueldade, mas tudo está concentrado num simples planeta, numa imensa escuridão.
Sempre nos disseram que éramos o centro do mundo, porque no Universo somos o único planeta que tem vida, seres falantes, com sentimentos, pensantes e racionais, mas estes aspectos levam-nos a pensar que somos superiores a tudo.
Mas na realidade não somos nada…
Simplesmente, não passamos de um ponto azul pálido no meio do Universo.

10ºA

Flávia Venâncio nº 196
Andreia Mesquita nº306
Liliana Simões nº 64
Inês Pereira nº 81

 

O lugar do Homem no Universo
O que é um ser humano no meio do Universo? Será que vale a pena complicar o que é básico?
O nosso lugar no Mundo é insignificante, pois existem milhões de pessoas desconhecidas umas das outras, mas é ainda mais insignificante o nosso lugar no Universo, pois estamos numa pequena poeira que só é visível através de uma ampliação máxima. O problema do ser humano é pensar que só ele é que existe no Mundo.
Quando o Homem pensa em si próprio e pensa que o Mundo gira à sua volta, este faz um grande erro. Normalmente, quando o ser humano tem um problema, faz dele a pior coisa do Mundo. Mas, o que é um problema de um ser humano no Universo? Não é nada, simplesmente NADA.
Quase todos os dias os cientistas fazem novas descobertas sobre o Universo, mas o planeta Terra continua sempre a ser uma poeira.
Por vezes, o Homem pergunta-se a si mesmo: O que faço eu aqui? Porque existo? Porquê a existência de vida no planeta Terra? Não existem respostas cabais para essas perguntas, mas existe sim uma lógica: somos “pequenos” no Mundo e este é “pequeno” no Universo.

10ºA
Maria João Amado
Michel Pereira
Filipa Fernandes
Filipa Ferreira



O nosso lugar...
Por incrível que pareça, comparados com o Universo, somos estranhamente pequenos. Nós, humanos, somos incapazes de compreender a nossa insignificância perante todo este vazio que é o Universo, pois está para além da compreensão humana. Por vezes achamos alguns obstáculos intransponíveis devido à sua grandeza, mas esses mesmos comparados à escala planetária não passam de um mero grão de pó. Se pararmos para pensar, reparamos também que há coisas ainda mais pequenas que nós.
É difícil compreender como é possível existirem tantos conflitos, tantas paixões, tantas desgraças, tantas diferenças e principalmente, tantas formas de pensar num pequenino “pontinho” azul. Parece também impossível a quantidade de belezas e maravilhas que “AQUI” existem...
Um dos grandes erros do Ser Humano em geral é o facto de não se aperceber da sua pequenez em relação a tudo o que existe! Por muitas vezes pensamos que somos os maiores, aqueles que comandam e mandam em tudo e todos, mas tudo isto não passa de uma insignificância porque felizmente ou infelizmente, o Ser Humano (ainda) não consegue controlar TUDO. E por isso, todos somos iguais, sendo todos diferentes.
De acordo com a História e com a Filosofia, o Homem sempre tentou encontrar explicação para o seu lugar. Nos dias de hoje, tentamos encontrar o nosso lugar partindo além fronteiras, para a descoberta de novos mundos, literalmente. Vamos aprendendo cada vez mais sobre o espaço envolvente, mas não conseguimos encontrar a resposta científica para a pergunta: “Qual é o nosso lugar no Universo?”. O Ser Humano quer saber sempre mais, por isso questiona-se...
Finalmente, gostávamos de deixar no “ar” duas perguntas: “Será que temos influência no resto do Universo?” e “Estaremos nós a tratar bem do nosso Lugar?”

10ºB
João Pimentel
João Costa
Carlos Fernandes
José Oliveira



O nosso lugar no universo
Neste pequeníssimo ponto azul existente num universo infinito estão todos os problemas da humanidade. Situações que para cada um de nós são de uma dimensão extrema, mas à escala do universo são tão pequenas como um Quark na Terra.
Será que o ser Humano e os seus problemas preenchem um lugar significativo no universo? Se formos verificar, o nosso planeta comparado com o Cosmos é apenas um grão de areia num deserto.
Contudo, o ser humano importa-se com inúmeras insignificâncias egoístas, mas apenas se preocupa com o essencial quando o fim se aproxima.
Nestas alturas, lembramo-nos que adoramos a liberdade, mas esquecemo-nos de a preservar; adoramos as coisas simples da vida, como os animais, o mar, os espaços verdes, mas destruímos tudo à nossa volta. Adoramos o conforto e as coisas boas da vida, mas esquecemo-nos que existem outros seres humanos que poderiam ser mais felizes, se prescindíssemos daquilo que não nos faz falta.
Somos apenas uma gota neste Universo, mas quase sempre nos convencemos que somos um mar.
Temos o nosso lugar no Universo, mas ocupamos o espaço que não nos está designado.
Somos um poço de contradições que não compreende o meio em que vive, mas que o sente com toda a força da sua alma.
De facto, o homem nunca poderá estar total e definitivamente satisfeito consigo próprio, nunca se basta a si próprio; anseia ir sempre mais além e, quando se apercebe, foi atingido pela dor, pela fraqueza, pela impotência, pelo desespero.
E uma pergunta surge: Como vamos sair daqui? Consciencializando-nos que não podemos viver sozinhos, sem ordem, sem regras; precisamos perceber que não somos enormes na nossa existência, mas sim um conjunto de incertezas, de inseguranças, de limitações.
Resta-nos, por isso, procurarmos chão firme, fazermos da nossa vida o nosso Universo em comunhão com os outros e permitir a entrada da humildade, do conhecimento, da solidariedade, da amizade, do amor a Deus e ao próximo como lemas da nossa existência.
O nosso lugar no universo poderá ser aquele jardim verdejante, aquele mar azul, em que todos nós já sonhámos viver um dia. Redimindo-nos dos nossos erros humanos, somos obrigados a procurar a Paz que nos conduzirá à Felicidade.

10ºA
Marisa Costa
João Ferreira
Mariana Amaro
Pedro Sousa
João Cruz

 

Poderiamos limitar-nos a dizer que…
O Homem é...
Um mamífero? Da Ordem dos Primatas? Representado por uma única espécie, Homo Sapiens?
E que a Terra é...
Um globo...
Uma bola onde existem os únicos mamíferos capazes de formar uma linguagem articulada...
Uma esfera oriunda da explosão... o Big Bang. Reacções Químicas, combustões e tudo o mais.
Platão dizia que o ser humano é composto pelo corpo e pela alma.
E tudo isto, faz alguma diferença se nós soubermos que, no Universo, somos apenas um ponto minúsculo no meio de uma grande vastidão negra!
Qual é o lugar do Homem no Universo? O que é que somos?
Somos um caso raro, inimitável.
Seria melhor se existíssemos sem guerras, conflitos … Um Mundo Pacífico!
Podemos ser apenas um simples ponto no meio de uma imensa vastidão sem vida mas podemos dar-nos ao luxo de sermos únicos e de podermos investigar e sermos os primeiros navegadores espaciais a descobrir o próprio Universo, a descobrir a razão da nossa existência...

10ºA
Diogo Cunha
João Moita
Mariana Dias
Sofia Oliveira

 

Um grão de areia num vasto areal
Querendo ser mais, na escala dos mundos, os humanos são irrelevantes, uma fina película de vida num mero ponto num vasto cosmos circundante.
Julgando-se “o mais importante”, o Homem anseia por fazer história, ultrapassar a banalidade e ser um herói. Deseja deixar a sua marca, quer no bom ou no mau sentido.
Será que isso fará diferença? Será que nos podemos considerar “os mais importantes”? Para o Homem isto faz todo o sentido e a resposta às duas perguntas é, sem dúvida, sim! Mas, quando elevamos o nosso pensamento mais alto, percebemos que, afinal, não passamos de um simples grão de areia num infinito areal, ou se calhar ainda somos mais pequenos.
Reduzindo-nos à nossa própria insignificância a resposta às duas perguntas anteriores será não ou então seria, simplesmente, uma resposta nula, pois é preferível esta opção do que admitir que somos quase irrelevantes no imenso Universo. Talvez não sejamos assim tão irrelevante ou totalmente irrelevantes, mas a verdade é que não somos tão importantes como cremos, isso é certo.
Após reflectirmos um pouco sobre isto, uma pergunta que também pode surgir é, Como podemos ser tão pequenos mas termos tanto dentro de nós? Sendo o nosso mundo um pequeno ponto azul no vasto universo como pode albergar tanta vida? E a resposta a essas perguntas é que, apesar de sermos pequenos somos grandes, não tanto como pensamos, mas o suficiente para sermos únicos. Um grãozinho de areia suporta tantas guerras, tantos momentos bons e maus e mesmo assim existe para os suportar. É isso que nos faz grandes, senão seriamos mero pó na escura vastidão.

10ºB
Ana Pimentel
Sofia Teixeira
João Rodrigues
Inês Coelho


Tão Grandes mas tão pequenos
Somos apenas uma gotícula de água nesse oceano que é o Universo mas por vezes esquecemo-nos disso. Pensamos que somos importantes na nossa existência na nossa pequenez insignificante. Talvez a humanidade seja um acidente, talvez não, de qualquer modo mesmo que a importância de cada pessoa seja quase nula no cosmos, não deixa de existir. Comparemos a humanidade a um corpo humano, as células como seres humanos foram órgãos, os órgãos foram sistemas e os sistemas foram o todo. Sem células não é possível criar um corpo. Um corpo, nada mais, nada menos. Um grão de poeira quando comparado com o mundo. Não pedimos a ninguém que tente imaginar o quão pequeno somos no Universo porque, a mente humana simplesmente não foi feita para fazer exercício de tão larga escala.
No entanto, apesar das dúvidas ecoarem nas nossas mentes acreditamos que não somos fruto do acaso, acreditamos num criador, e um criador que consiga criar algo tão vasto e complexo como o Universo também teve que ter em conta a criação da humanidade.
Lembramo-nos que, em tempos recuado, o Mundo estava reduzido a um continente, depois a Humanidade foi descobrindo um a seguir ao outro. Achamos que esta viagem está muito longe de estar acabada, ainda temos muitos continentes para descobrir, mas disto nós temos a certeza: à escala do universo, somos pequenos e humildes.

10ºB
Rui Mendes, 799
António Rebelo, 201
Bruno Lourenço, 504
João Mendes, 356


Um pequeno ponto no Universo
A nossa posição no universo, já foi por muitos, erradamente, considerado o centro de tudo.
Tudo estava em redor, do dito ser mais completo e perfeito, hoje compreendemos que tudo no Universo, está em constante movimento, não existindo centro neste vasto lugar em que nos encontramos.
Virando-nos um pouco para o pensamento filosófico, tratamos as espécies por mais especiais ou raras, com o respeito que merecem, sendo todos os seres significantes, no Mundo, mas insignificantes quando comparados ao imenso Universo.
As descobertas já começaram no tempo dos pré-socráticos, quando o que se queria saber, era a origem de tudo. Posteriormente, isso começou a ser considerado ciência, não estando exclusivamente dedicado nem à Filosofia antiga nem à Biologia moderna, mas o que hoje se quer saber, é o que nos envolve.
O Universo é demasiado extenso para ter apenas um planeta onde exista vida com inteligência.
"O universo é uma grande equação onde somos o resultado. Temos apenas algumas incógnitas dessa equação.". Esta citação resume a opinião de jovens com espírito crítico, que acreditam no que é provado, não somos elementos exclusivos no Universo, mas completamo-lo.

10ºB
Patrícia Cardoso;
Adriana Carvalho;
Adriana Vasco;
Catarina Antunes.



O Homem na infinita vastidão do Universo
A criação do Mundo e a evolução da Humanidade é uma questão que depende da opinião, das crenças e do saber transmitido pelos antigos.
As opiniões variam entre histórias religiosas, científicas ou mitos e lendas.
Neste vasto Universo, constituído por vários planetas, existe um chamado Terra.
A forma como a Terra se tornou no que é hoje também não passa de uma teoria para uns e de uma criação de Deus para outros.
A Terra é apenas um pequeno ponto azul na infinita vastidão do Universo, um ponto solitário na gigantesca escuridão do Universo, habitado pelo Homem.
O Homem é um ser humano com capacidades extraordinárias e únicas mas também com poderes destrutivos.
Não pensa nas consequências de muitos dos seus actos mas tem a capacidade de amar e perdoar. Sabe manipular e magoar mas também sabe cuidar e adorar. Estraga e destrói muitas coisas, polui o nosso planeta e não se apercebe que ele é a única razão para existirmos. Acaba por destruir o planeta, acabando com a sua natureza e pureza e destrói-se a si próprio lentamente.
Mas, visto que somos um pequenino “grão de areia” no lugar onde vivemos, devemos preservá-lo e lidar de forma mais gentil e humilde com os outros, dada a nossa insignificância no Universo.
Somos demasiado pequenos neste Universo infinito, mas será que algum dia saberemos as respostas a todas as nossas perguntas? Será que um dia iremos dar valor ao planeta onde vivemos? Será que um dia o Homem aprende a respeitar-se e à Humanidade também? Será que um dia faremos as escolhas certas?

Turma 10ºB
Ana Raquel Pimentel
Adriana Rabasquinho
Andreia Caipiro
Fábio Oliveira

 

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COLÉGIO DE SÃO GONÇALO
Amarante

Somos um caso de sorte
Ao compararmos a nossa existência com a existência do nosso Universo nós somos considerados como um achado raro, um caso de sorte, como é referido no texto.
O planeta Terra é um ponto minúsculo no vasto espaço vazio do Universo, como podemos observar pela imagem. E a humanidade que vista de um avião que nos sobrevoa é quase como formigas.
Se o planeta Terra é um ínfimo ponto do Universo e nós quase como formigas em relação ao planeta, em comparação com o Universo a humanidade não é nada, é um achado raro. Devemos ser comparados a seres minúsculos que podem ser observados a microscópio.
A verdade é que nós somos considerados muito especiais, umbigos do mundo, mas nós não somos nada, não somos observáveis dessa imensidão de espaço vazio, não somos vistos, deixamos de ser centro do mundo, porque nesta infinidade de espaço onde o nosso pequeno mundo é mesmo isso: tão pequeno, nós não somos sequer vistos desse mundo desconhecido, não somos nada.

Turma 11º 1B
Bárbara
Hugo Rogério
Luís Segadães
Mariana Castro

A vida perdeu o sentido?
Universo… Galáxias… Sistema Solar… Planetas… Terra… Escuridão…
O Sol já não brilha… as outras estrelas perderam a cor.
Eu vejo a escuridão… eu vejo pessoas a matarem-se umas às outras, eu vejo a arrogância falar mais alto, eu vejo a tristeza a abalar os corações, eu vejo fome, eu vejo a injustiça no altar, eu vejo sofrimento!
A vida perdeu o sentido?
O sentido da vida moderna torna as pessoas mais felizes e/ou luminosas?
Há uma neurotização crescente na Humanidade, um vazio existencial que alastra, um niilismo preocupante, devido ao processo crescente de vácuo espiritual que lavra junto de todos os escalões etários.
O Homem parece já não saber o que fazer da sua vida demasiado materialista, em que o “ter” assumiu proporções gigantescas ao ”ser”; o homem vive em função do que os outros pensam e dizem de si, independentemente do que ele pensa, quer e deseja para si próprio.
Mas… a TERRA BRILHA na escuridão! Até o mais infinito ponto branco na escuridão tem valor. A Terra brilha, assim como os sábios e os filósofos que iluminam as nossas almas. Só a inteligência humana dá brilho aos cosmos.
O Homem só se torna ele mesmo quando for capaz de atingir a sua auto-realização vivida na transcendência de si mesmo e no equilíbrio interior, que a adultez psicológica, afectivo-emocional e espiritual permite.
Os valores, como sentidos universais, são possíveis de transmissão… mas o sentido da vida pessoal de cada um de nós tem de ser captado… apenas pelo próprio!...
“És tudo o que é…
Os teus pensamentos, a tua vida, os teus sonhos que se realizam.
És tudo o que escolheres ser.
És tão ilimitado quanto o Universo infinito” ( Shad Helmstetter)

Turma 11º 1B
Ana Raquel Barbosa


A astronomia tem um papel semelhante ao da filosofia
Através da astronomia concluímos que, o nosso planeta não passa de um “ponto azul-pálido”. Apesar do homem se achar superior, possuidor de todo o poder e sabedoria, a sua existência é insignificante. Uma imagem obtida através de uma sonda comprovou isso mesmo. Nessa mesma foto podemos observar que, o ponto quase invisível que representa a Terra relativamente ao universo não é nada. Sendo assim, até hoje, o homem viveu enganado pensando que era excepcional, único, achando-se o centro do mundo. Neste caso, a astronomia (ciência que envolve diversas observações procurando respostas aos fenómenos físicos que ocorrem dentro e fora da Terra bem como na sua atmosfera e que estuda as origens, evolução e propriedades físicas e químicas de todos os objectos) teve um papel semelhante ao da filosofia .
Permitiu que o homem “acordasse” para a realidade, percebendo que não passava de um ser insignificante no vasto e imenso vazio que nos rodeia.
Será que, perante esta situação, as atitudes cruéis e desumanas dos homens terão razão de ser? Não. O sangue derramado, “os sofrimentos imagináveis”, os massacres feitos e a fome passada de nada serve para o homem tentar alcançar a superioridade.
A experiência proposta por Roger-Pol Droit apenas nos leva a concluir isto mesmo. O homem não passa de um ser desprezável que tem como habitat a Terra, um ponto solitário na gigantesca escuridão do universo. Visto que “grão de areia” é o lugar que alguma vez conhecemos, devemos preservá-lo e devemos também lidarmos de forma mais gentil e humilde com os outros dada a nossa insignificância no universo.

Turma 11.º 1B
Ana Raquel
Bernardete
Helena
João Luís


Não há humanidade, somos apenas uma tentativa

- Como podemos dizer que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos” quando há tantas pessoas presas a religiões e a culturas com as quais não se identificam mas que lhes são impingidas?;
-Como podemos dizer que “todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal” quando todos os dias morrem e matam-se milhares pessoas?;
- como podemos dizer que “ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proíbidos” quando na realidade todos somos escravos, escravos de ideais que não são nossos e de uma sociedade que nos consome e nos faz consumir?;
- como podemos dizer que “ ninguém será submetido à tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes” quando existe guerra e palavra “inimigo” ainda não foi banida das nossas vidas?;
- como podemos dizer que “ todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação e contra qualquer incitamento a tal discriminação” quando tantos e tantos vivem desprotegidos, desamparados e sem saber o que é a justiça?;
- como podemos dizer que “ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado” quando actos irracionais, estúpidos e desprovidos de lógica existem em abundância?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada” quando consideramos culpado o suspeito?;
- como podemos dizer que “ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação” quando os meios de comunicação violam banalmente a privacidade das pessoas?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado” quando os sem-abrigo estão por todo o lado?;
- como podemos dizer que “durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos, marido e mulher, têm direitos iguais” quando em pleno século XXI em muitos casos ainda é o homem o detendor da hegemonia da vida familiar?;
- como podemos dizer que “o casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos” quando em alguns países não são os futuros esposos que se escolhem um ao outro?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade” quando há pessoas não possuem nada de seu e vivem lado a lado com uma miséria desumana?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos” quando tantas pessoas não alteram as suas crenças com medo de, preconceituosamente, serem banidas?;
- como podemos dizer que “ todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão” quando há pessoas que são discriminadas só por pensar diferente?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego” quando a falta de emprego é uma constante e as soluções para a alterar são uma miragem?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar” quando a pobreza está por todo o lado?;
- como podemos dizer que “toda a pessoa tem direito à educação” quando tantos e tantos vivem e morrem analfabetos, sem sequer saber como se escreve o seu nome?;
- como podemos dizer que”toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam” quando isso é, cada vez mais, só para alguns?;
- Como podemos dizer que “o indivíduo tem deveres para com a comunidade” quando as pessoas só querem saber dos seus direitos, esquecendo-se dos direitos dos outros e consequentemente dos seus deveres?.
Em suma, a humanidade não é um erro, é um conjunto de erros: incontroláveis, incorrigíveis e irreversíveis! E a Declaração dos Direitos Humanos existe porquê? Se nada do que lá está se faz cumprir.
A igualdade não pode existir num mundo tão assimétrico. A liberdade é fruto da imaginação dos poetas. A guerra ocupa o lugar da tolerância e da fraternidade. E a pobreza não é certamente fruto da bondande humana.
Que interessa a descoberta de água em Marte, o aparecimento do telemóvel, a corporation dermostetica, o desenvolvimento das tecnologias, os automóveis descapotáveis, os cremes que não fazem envelhecer ou as casas inteligentes, quando nem sequer sabemos o que é a vida nem o que é uma vida? E quando esta devia ser colada acima de todas as coisas, defendida por todos e é banalmente considerada um inutilidade?
Não há Homens -é impossível que eles sejam assim, não há humanidade- somos apenas uma tentativa.

Turma11º 1B
Ana Inês Furriel
Ana Paula Cruz
João Paulo Rema
Vasco


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DIDÁXIS - COOPERATIVA DE ENSINO DE RIBA DE AVE

O lugar do Homem no Universo …
A importância da nossa existência é discutível. Para o planeta Terra somos um ser muito importante, somos os seres mais desenvolvidos da imensa biosfera, os principais responsáveis pelo futuro do nosso planeta… No entanto, quando comparados com a imensidade do Universo, somos insignificantes. Podendo até ser comparados com um pequeno ponto no vazio.
Cada vez mais o Homem se sente importante e imprescindível, o que se nota na arrogância característica da nossa espécie. No entanto, não sabemos, sequer, se não existem seres tão ou mais inteligentes que nós na infinidade do Universo.
Assim sendo, devemos lembrar-nos que a importância de algo é sempre relativa ao espaço abrangente.

Turma 10.1
Ana Raquel Faria
Ana Soares
José Pedro
Mauro

O lugar do homem no universo
O homem ocupa um lugar muito significativo, na terra em oposição ocupa um lugar pouco significativo no universo.
O ser humano, na terra é o centro de tudo, cria políticas, ciências, avanços tecnológicos, são muitas as coisas que hoje utilizamos na nossa vida do dia-a-dia.
Enquanto, no universo as coisas que criamos insignificantes sã banais. O nosso planeta é simplesmente um ponto azul que vemos de um outro planeta.
Nós que vivemos na terra achamo-la muito pequena em relação ao universo. O universo para nós é simplesmente cheio de nuvens e cheio de estrelas cintilantes.
O homem no universo é muito mais do que um simples ponto azul.

Turma 10.1
Ana Ferreira
Tatiana Tavares
Tatiana Pereira


O Pálido Ponto Azul
A espécie humana será que apresenta um papel essencial no Universo? Essa gigantesca espécie de enorme inteligência e capaz de fazer horrores será que apresenta um papel essencial no pálido ponto azul? Será o nosso papel no Universo devido ao mero acaso ou estaria já pré - destinado?
O acaso poderá ser aceitável num Universo em que um elemento minúsculo como o átomo apresenta grande importância? Cada ser humano terá um papel fundamental no funcionamento do Universo e no funcionamento do pálido ponto azul?
O Universo pode dizer - se que funciona como o corpo humano: basta a introdução de qualquer alteração que provoque o mau funcionamento de um determinado sistema, para que toda a “harmonia” do corpo se transforme em algum “desafino”. Assim pode considerar – se que teremos um lugar essencial, pois como acontece com qualquer membro da sociedade, em que a sua existência e as suas acções contribuem para o equilíbrio do meio social, também a nossa presença contribuiria para o equilíbrio do Universo. Se não existíssemos o Universo também não existiria como o conhecemos nos dias de hoje!
Mas vendo bem, o nosso papel pode ser temporário admitindo que a humanidade terá um fim. O homem apareceu marginalmente no mundo animal e o seu desenvolvimento mais o marginalizou, o que nos leva a acreditar que a nossa existência num futuro indeterminado acabará.
Consideramos que nada existe sem uma finalidade. Existiremos por algum motivo? Estaremos apenas a preparar o acontecimento de algo ainda mais interessante que nós próprios? Considerámo-nos seres perfeitos ou superiores. Porquê? Apenas pelo facto de termos inteligência?
Admitamos que a inteligência resulta de impulsos eléctricos enviados pelo e para o cérebro e que esta é a finalidade da existência do Universo. Se formos ver a forma como tudo evoluiu, verificamos que os cientistas já criaram sistemas neurológicos em robôs e, sendo assim, num futuro os robôs poderão ganhar “vida”, povoar o lugar onde vivemos e preservar a inteligência, se este for realmente o propósito da existência do Universo.
Em suma, temos de certo um lugar, um papel, só não sabemos qual é. É esse segredo que vai alimentando a nossa existência no Universo!

Turma 11.2
Cátia Almeida
Patrícia Silva
Sara Pereira
Luísa Martins


O HOMEM NO UNIVERSO
De quem será este imenso brilho azul?
Será que o facto de existirmos faz com que o universo seja diferente? Será que as nossas atitudes, decisões e modo de vida alteram alguma coisa?
A resposta a estas perguntas, embora não parecendo geram problemas, muito maiores que o ser humano, que podem pôr em causa tudo em que acreditámos ou que achámos correcto e verdadeiro.
Dizem que existe um ponto de brilho azul, mas de quem pode ser esse brilho imenso, dos supostos “deuses” existentes ou da sociedade? Da sociedade não pode ser, pois uma sociedade tão corrupta e violenta não pode dar brilho a algo tão magnífico como o nosso planeta; dos “deuses” também não, pois apesar de tudo o que fizeram de bom também mataram.
Neste imenso universo a Terra é um pequenino ponto azul, a humanidade é um ponto minúsculo, e cada um de nós um ponto infinitesimal.
Por isso, tudo aquilo que podemos concluir é que a Terra, o lugar a que chamamos casa, o nosso cantinho no universo tem este brilho por natureza própria, e que se os humanos nunca tivessem passado de meros “macacos” talvez este planeta fosse tão magnifico por “dentro” como é por “fora”. Um planeta como este, tão pequeno, mas com tanto significado é o que dá ao Homem o lugar no universo.

Turma 11.2
Cristiana
Fábio
João
Joana Pinheiro


O lugar do homem no Mundo
O lugar do homem, onde o homem habita, num imenso universo, o homem vive apenas num pequeno ponto, um pequeno ponto perdido na imensidão deste universo. Seremos algo bom ou algo mau?
A humanidade é algo raro, talvez inexplicável, algo bom talvez!! Nós somos algo raro, considerados por vezes especiais, somos descobridores de grandes coisas, uns “sortudos”, então … porque é que conseguimos destruir tudo ?
Estamos a destruir o nosso habitat porquê? Hoje somos pessoas graças à existência da Terra, e porquê destrui-la? Queremos matar-nos a nós mesmo? Destruir a nossa vida?
Com estas atitudes, parece que sim.
Por vezes, perguntamo-nos nós mesmos, o porquê de atitudes inconscientes, todas as guerras, todo o mal ao próximo, só pensamos em nós, no nosso bem sem preocupação da ofensa do outro.
Se pensarmos um pouco, nós temos tudo, o nosso pontinho azul constituído por todos nós, o apoio e o amor de quem mais gostamos. Se quisermos e nos esforçarmos, um dia teremos tudo o que é necessário para a nossa felicidade e sobrevivência.

Turma 11.2
Ana Catarina Oliveira
Ana Sofia Sousa
Cláudia Monteiro
Juliana Nogueira

 

O lugar do homem no universo
O homem no universo é como um grão de areia numa praia. Uma praia infinita, onde o início é o fim. Como é que um grão de areia pode ser tão destruidor?
O homem vive na ignorância, é a criatura mais traidora do planeta terra, ao longo do tempo o homem tem vindo a destruir tudo o que lhe pertence. Será a ganância e a ambição a resposta para o sofrimento causado á terra e a todos os seus habitantes? O homem é como uma estrela, inicialmente o seu brilho deixa-nos deslumbrados, mas quando, menos se espera transforma-se num buraco negro que tudo suga.
O homem depende do universo, para todos os seus dias, necessita do sistema solar, de um planeta para habitar e das estrelas para o acompanhar.
O homem na sua vida tem momentos onde os raios de sol são o sal da sua vida. Mas, porém há momentos em que a escuridão se atravessa no seu caminho, deixando-o sem rumo até que no horizonte surge uma clareza, uma luz é a lua e as estrelas que vieram iluminar-lhe o seu caminho. Podíamos dizer que o homem não tem importância para o universo, pois o homem em comparação com o universo têm dimensões microscópicas, mas quando nos referimos ao impacto das suas acções/atitudes observamos a destruição de tudo o que amamos.
O que é o homem no universo? Não sei, talvez um parasita, talvez uma estrela, talvez algo que nunca saberei.
Mas o que eu sei é que em sonhos o homem percorre o universo e desfruta da sua beleza cada vez que os seus olhos se fecham.
Os olhos fecham-se e a porta abre-se e o homem voa pelo universo fora.

Turma 11.2
Ana Rios
Mara Correia
Joana Barbosa
Simone Alves

 

O nosso lugar no universo
O Universo é O espaço; é tudo o que existe; não existe nada para além do Universo;
E é nesse mesmo universo, nesse tudo que nós, humanos moramos. É nessa imensidão preenchida de nada que esta situado o nosso planeta, que nos foi oferecido a nós.
O nosso planeta, com 510 milhões km 2 de área, habitado por mais de 6 mil milhões de pessoas, que foi privilegiado em relação aos outros com vida inteligente, mas porque? E a que custo?
Sob o nosso ponto de vista, o nosso planeta parece gigante. Sim, realmente parece um espaço muito grande, mas se virmos na perspectiva do Universo, o nosso planeta não passa de um pequeno ponto azul perdido num imenso mar de escuridão. E é nesse pequeno ponto azul que acontece as piores barbaridades. É nesse pequeno ponto azul que a humanidade, supostamente dotada de racionalidade e inteligência, comete os piores crimes contra o seu semelhante. Crimes horríveis que vão desde genocídio, ganância, discriminação. Como se estes crimes não fossem o suficiente, a humanidade aposta também em crimes contra o ambiente, degradando a lar que nos foi oferecido, tornando-o inabitável para as gerações futuras.
O que é que isto mostra? Mostra que, provavelmente, o Homem não é assim tão dotado de racionalidade e de inteligência, mas de brutalidade e de ignorância, visto que nem o seu próprio semelhante consegue respeitar e reconhecer.
Por isso, e em jeito de respostas às duas perguntas colocadas, eu digo que se calhar, o planeta Terra, o pequeno ponto azul perdido na imenso preto, não foi de todo privilegiado, mas sim castigado, e o seu castigo foi ser-lhe dado o falso privilégio de poder ser habitado pela humanidade, uma raça caracterizada pela ganância e o ódio, pagando um preço bem alto: ver--se ser destruída pela ignorância disfarçada de gente.

Turma 11.3
Ana Ribeiro
Bruna Pereira
Helena Silva
Tânia Martins

 

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ESCOLA 2,3/S DE CELORICO DE BASTO

Um ponto de luz na escuridão
A Terra é mais um planeta do nosso sistema solar, contudo este sistema solar está integrado numa imensidão que a transforma apenas num ponto de luz.
Mas, que sabemos nós acerca desta imensidão? Apenas sabemos o quão pequenos nós somos. Aliás, será que o sabemos verdadeiramente? Talvez o grande problema do ser humano é conhecer-se apenas a si próprio, e por um lado, limitar o seu conhecimento à sua insignificância, uma vez que a maior parte de nós não questiona o facto de existir algo para além daquilo que vemos.
Se pensarmos bem, somos o nada no meio de tudo, isto é, a terra é apenas um ponto de luz na escuridão.
Todos sabemos, que o nosso planeta é o único que reúne as condições necessárias para a existência de vida. Mas, se existem tantos planetas (e muitos deles por descobrir, e talvez nunca os descobriremos), será que também, não existirá um, que reuna o mínimo de condições necessárias para que possa existir vida?
Para que se compreenda melhor esta imensidão, imaginemos, por exemplo, que cada um de nós representa um planeta e que a Terra, é o nosso universo, por mais que eu conheça inúmeras pessoas (neste caso, planetas), nunca irei conhecer todas as que habitam o nosso mundo (“Universo”), e muito menos as suas características. Temos que olhar para o universo desse modo, pois tal como eu não conheço as pessoas que habitam por todo o nosso globo, também não sei o que existe por todo o universo.
É pouco improvável que neste espaço tão gigantesco nós sejamos os únicos. Achas-te assim tão importante?
Achas que todos os teus pensamentos, todos os teus ideais, todos os teus sentimentos, são importantes?
Porquê? Apenas és mais um neste palco cósmico, denominado Universo, onde Tu és apenas um mero figurante!

12º Ano Turma C
Sílvia Daniela
Susana Ribeiro e
Vânia Andrade

 

O papel do Homem no Mundo
“A nave Voyager 1 captou uma imagem da Terra, à distância de mais de 4 bilhões de milhas, bem nos limites do sistema solar. Essa imagem ficou famosa, sendo conhecida como o pálido ponto azul. A Terra aparece como um mero ponto. Carl Sagan, cientista e astrónomo americano refere o planeta humano como um ponto solitário na gigantesca escuridão cósmica envolvente.”
Mas, afinal qual é o papel do Homem perante o Mundo? Já paraste para pensar?
O homem nasce num mundo que já existe. Este é um facto que ninguém pode controlar e que é preciso ter sempre em conta, uma vez que todos nós somos produto do meio em que nos inserimos.
O homem representa um grão de milho caído da espiga, um peixe na imensidão do oceano, uma luz emitida em grande quantidade mas que nem sempre ilumina. Luz, esta essencial para iluminar o seu caminho, para que este não se torne obscuro, dado que o Homem um ser influenciado constantemente pelas acções e movimentos do outro. Contudo, à medida que a individualidade de cada um se desenvolve, tornamo-nos cada vez mais autónomos nas nossas decisões, começando portanto a definir a nossa própria maneira de ver, interpretar e reagir às diferentes situações.
Se o homem tem capacidade para reagir a situações imprevistas porque recorre tantas vezes à violência? Porque se depara com problemas que nem sempre consegue resolver? Por vezes, quando dá por si já se encontra num labirinto sem saída, e depois? Qual o caminho a seguir?
O Homem como um ser independente, deve portanto tornar as coisas mais visíveis aos seus próprios olhos, deve evitar o conflito, a guerra e os maus tratos visto que perante o Mundo é quase um ser invisível, transparente, mas que pode marcar toda a diferença. Deve, em certo modo, medir as consequências dos seus actos.
Em suma, a nossa própria existência será definida, não apenas pelas experiências que passamos, mas também, e sobretudo, pelo modo como as vivemos.

12º C
Cláudia Lopes,
Elisabete Teixeira e
Diana Silva

 

O ponto azul pálido
O que os textos e o vídeo pretenderam demonstrar foi que habitamos o planeta Terra, o único planeta onde existe vida conhecida e por isso mesmo devemos preservá-lo, pois, um dia tudo acabará, tal como todas as memórias e vestígios da nossa passagem por aqui. Todas as pessoas que conhecemos, que amamos, que viveram antes de nós, que viverão depois de nós, passaram por cá com uma determinada missão, por mais pequena que seja. Um dia, tudo o que fizemos não fará sentido e não poderá ser valorizado, mas pelo menos, enquanto estamos vivos, sentimo-nos bem a cumprir os nossos objectivos. A maior parte dos homens preocupa-se em, por exemplo, aumentar a guerra, para conseguir atingir uma pequena fracção do planeta. Isto porque ele sente necessidade de marcar, de ser falado.
Depois da análise atenta de todo o material, eu concluí que nós vivemos num planeta, que comparado com a imensidão do nosso universo é uma poeira. Mas, pelo que nós descobrimos até hoje, é um planeta com características bem específicas e bem especiais. É um planeta que possui condições para o desenvolvimento das espécies.
O homem não sabe preservar os seus bens. Sente necessidade de mudar o curso das coisas, tornando-as por vezes piores. Já influenciou tanto o planeta que provocou o aquecimento global ou o aumento do buraco da camada de ozono. Pode também ser considerado vaidoso, pois criou instrumentos para poder visualizar melhor o planeta Terra. Entre os homens não há entreajuda nem sequer respeito. Não se preocupam em magoar as outras pessoas para atingir os seus objectivos. É por isso essencial neste momento que lidemos gentilmente uns com os outros e que preservemos e acarinhemos o nosso planeta. Este pequeno ponto azul pálido, o único lar que alguma vez conhecemos. Isto porque, já nos foi possível visitar outros locais no Universo, mas só a Terra possui as condições necessárias para nos estabelecermos.Nós fazemos o nosso destino, nós criamos o nosso próprio caminho, e se continuarmos assim, vamos acabar com o planeta rapidamente, ficando sem qualquer hipótese de ser lembrados, pois não restará ninguém para nos salvar. Nós somos o nosso próprio inimigo, e por isso mesmo temos de nos tentar combater. Vendo as coisas por este prisma, tudo o que fazemos é em vão, visto que um dia não vai haver ninguém para recordar os nossos actos. Mas, mesmo sabendo isso, devemos continuar e tentar sempre fazer o melhor possível.

Raquel Peixoto, 11º A

 

O pálido ponto azul
Através de uma imagem obtida pelo Voyager, longe da Terra, ao passar Saturno, vemos aquilo que realmente somos no meio do Universo: um pequeníssimo ponto azul!
Não parecemos nada mais nada menos que um grão de areia numa praia enorme. Se a Terra desaparecesse neste momento, ninguém daria pela nossa ausência. Não haveria um único ser para se lembrar dos nossos feitos e descobertas, dos nossos amores e nossos conflitos. Era como se nunca tivéssemos existido!
Esta aparentemente insignificante imagem mostra-nos que não vale a pena derramarmos tanto sangue e sacrificar tantas vidas só para lutar por aquilo que é de todos por direito! Mas, devemos antes, aproveitar para estar com quem gostamos, ter novas experiências e preservar ao máximo o único lar que alguma vez conhecemos: a Mãe Terra.
Porque é que o homem é tão invejoso e quer ser cada vez mais e mais poderoso?
Afinal, pouco nos resta deste pálido ponto azul, pois, destruímo-lo sem pensar que somos um acaso no universo e nada nos vai salvar. Não temos assim tanta importância nem um lugar tão privilegiado, pensando bem se nas redondezas do Sistema Solar existisse outro planeta com vida nem sequer nos viam!

Luísa Cerqueira, N.º 2, 11º Ano, Turma A


A Humanidade e o Ponto Azul Pálido
“Um ponto azul pálido”. O Planeta Terra é isso mesmo, um pixel na imensidão da escuridão do Universo. De onde não se distinguem os rios ou os mares, os continentes ou as cidades e muito menos o ser humano, aquele que à escala da Terra é poderosíssimo mas que, à escala do Universo é um ser insignificante.
O homem sempre se considerou o todo-poderoso, o espectacular, o perfeito, o único, o superior… Foi verdadeiramente um egocêntrico, talvez porque nunca parou para comparar a dimensão do Planeta ou do Universo consigo próprio pois aí veria que é como que uma micro célula. Se um dia nos perdemos na imensidão do cosmos, ninguém notará a nossa ausência e seremos apenas mais uma vivência do passado então de que nos vale todas estas guerras?
Desde a mais remota data que o homem matou, puniu, torturou o outro como se apenas ele próprio estivesse correcto. Por rivalidades que se criaram, por diferentes origens da idealizada como perfeita nós, o ser humano na verdade conseguir ser ridículo, violento e absurdo.
Não nos estaremos a desviar das nossas origens? Do nosso propósito? Cada vez mais a humanidade está desunida, a cooperação está a desaparecer!
O ideal não seria estarmos unidos de modo a preservarmo-nos e a preservar o nosso habitat que é dotado de características únicas e possíveis para a existência de vida? Todos somos responsáveis. Pessoas e nações, todos temos a nossa quota-parte de culpa nos desequilíbrios ambientais e no fosso económico e social aberto entre as pessoas e povos do mundo. Temos de nos unir, o planeta precisa de nós.
Unimo-nos para criar os Direitos do Homem mas, para quê? Cada vez que abro os jornais, ou vejo televisão, questiono-me de que valerá a Declaração Universal dos Direitos Humanos, se esta nunca é cumprida, se todos os dias são quebrados os seus artigos. Todos sabemos que “o crescimento moral não se mede pelas palavras, mas pelos factos. De boas intenções, está o inferno cheio.” (Noberto Bobbio, A era dos direitos), de que nos serve uma declaração dos direitos, se a maior parte deles não são cumpridos?
Temos de ser cidadãos do futuro, não basta ser cidadãos do mundo. Senão, que mundo deixamos às gerações vindouras? Que cultura? Que tipo de homem?
Somos de facto um ser poderoso, capaz de ter atitudes de um verdadeiro ser dotado de auto consciência, porém também capaz de cometer as maiores atrocidades.

Joana Margarida Bastos, 11ºA, Nº10

 

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ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA VILA FRANCA DO CAMPO
Açores

O nosso lugar no Universo
A Física chama-nos átomos, a Biologia células, a Igreja sal da Terra, em História descendemos de primatas, mas a Filosofia vai à raiz e tenta descobrir o como, o porquê e o quando, pois, em Filosofia o Homem é sabedoria, embora muitas das suas atitudes se revelem puramente ignorantes. Mas seremos assim tão parvos? Será o Universo assim tão grande? Será a nossa existência assim tão insignificante?
Chamam-nos pálido ponto azul, mas seremos assim tão esbatidos que passamos despercebidos? Fomos um erro cósmico? Qual o nosso lugar no Universo?
Somos de facto poeiras que se agregaram por forças “intencionais” da Natureza. Estas, por sua vez, fundiram-se e, por mecanismos de evolução, originaram a célula que se agregou a outras por relações simbióticas. Através da agregação de seres unicelulares formaram-se as colónias que, por evolução, geraram seres mais complexos, resultando na evolução da vida e do mundo, tal como o conhecemos hoje. Tal processo demonstra-nos que os seres não ocuparam o mundo pela força, mas sim pela cooperação e mutualismo.
Em tempos remotos, dominava o geocentrismo. Seria algo assim tão mau? Não nos daria força e ambição? A revolução coperniciana veio provar o contrário, mas não teremos sido levados pelo nosso egocentrismo a uma estagnação de mentalidades? Somos orgulhosos, gostamos de ser superiores. Mas será vaidade ou apenas orgulho pelos grandes artistas que constituem a nossa humanidade? Na verdade, por enquanto, temos um lugar bem definido no Universo.
As Teorias antropocêntricas revelaram-se uma boa ilusão, pois inspiraram grandes obras e mudanças nas mentalidades, culminando numa época eternamente sublime. Exemplos disto foram artistas como Miguel Ângelo, determinados como Madre Teresa de Calcutá, excêntricos como Michael Jackson, lutadores como Martin Luther King Jr., devotos como João Paulo II e sapientes como Marie Curie que, apesar disso, continuou a busca pelo saber.
Nós estamos aqui por alguma razão. Alguns de nós já delinearam o seu rumo na vida e descobriram para si o sentido da mesma. Agora, está em cada um interiorizar o valor e a importância de todos na Terra. Sabemos que o Homem está em guerras, sabemos que o Homem está a poluir e a maltratar o planeta, mas não será que tudo o que ele faz, de bom ou de mau, receberá de volta num futuro próximo? Mas se a humanidade é tão insignificante como dizem, todos os nossos actos também o serão, neste imenso universo?
Não nos vemos como um erro, pois fazemos o bem, temos a razão, temos a paixão, temos virtudes e personalidades, logo, a nossa existência é (por nós?) justificada.
Se a Humanidade é assim tão insignificante no estado actual, a dúvida é se esta conseguirá destruir o Universo, pois ao destruir a Terra, como está a acontecer, destruirá também o sistema solar, a galáxia, o Universo… Como tudo está em harmonia, ao destruir uma parte, o todo destruir-se á? …
O facto de sermos aquele pozinho e de não estarmos no centro do Universo, não nos retira importância. Temos de redefinir o conceito da vida, ajustando-nos à nova posição que o Universo nos concedeu e que, apesar de não ser central, não é necessariamente inferior. O certo é que ser parvo não é propriamente mau.

11.º Ano – Turma A
Carolina Arruda
Francisco Santos
Leonor Pimentel
Margarida Bicho

 

Qual é o lugar do homem no Universo?
Somos apenas um ponto insignificante no meio de uma imensidão a que chamamos Universo. Uma luz que não se ilumina no meio de tanta escuridão. Tentamos saber tudo mas no fundo pouco sabemos.
O Homem sempre achou que estava no centro do mundo, pensando que tinha poder sobre tudo e todos os seres existentes, que era o dono do Universo e dos elementos. Mas nós, comparados com o vasto Universo que nos rodeia, não passamos de uma pequena partícula insignificante, vinda de um rasto de poeira condensada há milhões e milhões de anos, situada numa das inúmeras galáxias existentes.
Mas será que depois de tanta sabedoria adquirida somos assim tão insignificantes?
Realmente, apenas nós possuímos o dom da razão, dominamos sobre a terra, sobre o mar e até sobre o ar. Temos uma característica única que nos distingue de todos os outros seres vivos …, somos seres racionais, embora por vezes não façamos uso desta. Como tal, durante toda a nossa vida desenvolvemos capacidades e noções sobre várias áreas (matemática, física, entre outras). Estas, permitiram ao Homem dar um grande passo a nível científico e tecnológico e ir à descoberta de novos horizontes.
Mas o que é que somos comparados com o vasto Universo?
Nós, comparados com o Universo, apenas somos um grão de areia num deserto, uma gota de água no oceano, um ponto escuro num imenso mar de luz e cores, enfim, uma partícula insignificante. Nesta partícula, que denominamos Terra, existem diversificadas fontes de vida. Vida esta, que tanto quanto sabemos é a única existente em todo o Universo, embora saibamos que ainda existe muito mais por descobrir…

11.ºano - Turma B
Carolina Pacheco
Daniela Ferreira
Débora Bolarinho
Marília Costa
Raquel Rodrigues

 

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ESCOLA SECUNDÁRIA INFANTA D. MARIA
Coimbra

O mundo sem humanidade
Sem dúvida, seria um mundo melhor. Mais pacífico, mais limpo, um mundo ideal.
Ao longo dos tempos, a humanidade tem destruído tudo o que há de bom neste planeta, cometendo inúmeros atentados e guerrilhas que destroem a paz e promovem o terror.
O homem fez descobertas magníficas e construiu muitos trabalhos lindíssimos, mas nada se compara ao poder de malvadez que ele tem.
Se nos dessem a oportunidade de vermos o mundo sem humanidade, provavelmente iríamos encontrar um planeta harmonioso e belo, um mundo selvagem onde os animais reinariam, uma paisagem verde e azul, um enorme paraíso.
Todos os ecossistemas viveriam em constante harmonia, a floresta poderia florescer espontaneamente em qualquer lugar, sem o perigo de ser devastada pelo Homem e as espécies poderiam crescer livremente.
Mas não... Ao invés disso temos um planeta cinzento, acastanhado, sujo.
A poluição que fazemos está a apoderar-se do “nosso mundo” e as pessoas não percebem que ele é a única forma de existirmos. Ninguém se apercebe de que, se destruirmos o planeta, estaremos a destruir-nos a nós próprios lentamente.
Mas o que valerá mais? Um mundo ideal e puro? Ou muitas obras fantásticas e um planeta condenado à morte?
Parece que a nossa escolha continua a ser a errada...

Ana Soares
Ana Páscoa
Lea Coimbra


Considerar a humanidade um erro
(lugar do homem no universo)
Pois que inventámos razões para existir, razões exteriores, motivos transcendentes: "mitos, religiões, filosofias". Mas que força maior que a do próprio ser para dar razão a todo o sentido da existência? Para mim, somos grandes, vivemos, não somos apenas um ponto desconhecido de um pálido planeta nem tão pouco estamos aqui somente para sobreviver, porque principalmente não acredito na vida...depois...para fazer sentido é agora.
Agora, se descobrirmos que não há maiores razões que as interiores: encontrar as situações em que sentimos que o dia foi nosso, que fizemos o que gostamos, em que reconhecemos que fomos o que melhor nos caracteriza, em que não deixámos a nossa personalidade só por uma adaptação a um dia...quem se adapta, quem se conforma com as condições do meio são os camaleões (dissimulados, digo eu…). Não é única aquela sensação em que olhamos à nossa volta e o vento sopra por nossa causa, a música toca para mim, este local pertence-me, AGORA! Eu domino o agora...eu tenho consciência do que me define.
Se há coisas cruéis neste mundo, há hipótese que nós possamos fazer alguma coisa? Por nós.
Passar por momentos, prosseguir, talvez esquecer, não deixar que a saudade nos assombre, isso nunca, nesse caso o verbo é seguir...mas se isso já passou, não há que voltar atrás e pensar no que poderia ser feito...as pessoas podem nos deixar mas também deixaram um impacto em nós, contribuíram também elas para a nossa força. Daqueles que vão e vêm, que te deixam mas com que ficaste mais forte, aqueles que te deram novas ideias e perspectivas, só tens que te lembrar que fazem parte do teu passado...e o teu passado és tu!
"Ausência de justificação", "existência efémera e insensata" a "humanidade não tem razão de ser nem futuro"?? CRAP! tretas!! E no final, lá me aproximo da opinião próprio autor, Roger-Pol Droit, partilho da opinião que existem coisas belas que se contrapõem ao relativamente absurdo... o que sozinhos não pensamos poder pensar... a maravilha do outro... momentos que para além de inesperados, inadjectiváveis são também "surpresas inomináveis".

Rita Prata


A humanidade como um erro (I)
Apesar de, em termos físicos e químicos, sermos simplesmente um conjunto de partículas, somos seres racionais e sensíveis a emoções. Será mera coincidência? Considerar que o Homem evoluiu em termos intelectuais pode ser um simples acaso?
No meio de um tão vasto Universo é de considerar incrível que estejamos num pedaço de pó e ser possível viver uma tão larga experiência num certo espaço de tempo.
Perante esta complexidade e este mistério da vida só nos resta fazer o que está ao nosso alcance. Devemos viver, amar, sentir, experienciar e aprender. Temos de aproveitar aquilo que a vida nos dá, mas sempre reflectindo com vista à procura da verdade. Neste caminho, o mais sensato é adoptar a “douta ignorância” de Sócrates: “só sei que nada sei” e procurar sempre o saber que não está facilmente ao nosso alcance.
Depois de todas as possibilidades que a vida nos oferece, o que nos resta? Simplesmente a morte? Não será esta uma passagem para descobrirmos a solução/razão da existência humana? Acreditamos que assim seja.

Turma 11º A
João Gonçalo
Mafalda
Tomás


A humanidade como um erro (II)
Duas células… Duas células extremamente pequenas que quando se encontram e fundem formam um ser humano; um ser inteligente, racional, sentimental, em que cada constituinte que o forma, desde uma simples unha, até ao coração, tem a sua própria função. Um erro… Que erro perfeito… Um erro em que tudo funciona; uma pura coincidência do acaso; um engano maravilhoso, poder-se-ia dizer… Mas por que não se pode?
A humanidade seria perfeita, mas não é; seria maravilhosa, mas não é; seria eterna, mas não é. E de quem é a culpa? Nossa. Somos responsavelmente irresponsáveis, conscientemente inconscientes, sentimentalmente indiferentes…
O acaso criou-nos para destruir o que Deus tanto se esforçou para construir? O planeta, os animais, as plantas, o ar, a água e a terra? Viemos nós destruir um planeta ideal? Um planeta ocasionalmente habitável? Que direito temos de o fazer? Não percebemos que provavelmente somos únicos no Universo e que somos os seres com mais sorte de sempre?
No meio de uma cidade, vão as pessoas nos seus carros com um ar completamente absorto… Concluímos nós que estão a pensar… A pensar no carro que têm de trocar, no combustível cujo preço aumenta, onde serão as suas férias, em que escola matricular o filho, e a decidir entre British Council e Cambridge. Centenas de pensamentos que podem ter na simples viagem entre as suas casas e os seus empregos, mas uma coisa é certa: não pensam na razão da sua existência, na sorte que têm por ter sido o primeiro espermatozóide a chegar, e muito menos na destruição que estão a causar pelo conforto dos seus carros.
Guerras… Qual é o mal das guerras? São só mais umas armas e uns mísseis; resultado da nossa inteligência que, felizmente, utilizamos no desenvolvimento da Ciência; inteligência que usamos para criar biocombustível (esquecendo que graças a isso vai haver pessoas a morrer à fome); inteligência que usamos para criar carros mais potentes, rápidos e confortáveis… “Ignorando” sempre a poluição e os efeitos nefastos que esta causa.
É melhor nem continuar, a inteligência da humanidade é tão extensa… É pena que não a saibamos utilizar… Que façamos do maior erro jamais cometido, uma verdadeira catástrofe.
Nós, humanidade, conseguimos transformar a inteligência em egoísmo; a consciência em inconsciência…
Conseguimos realmente transformar a nossa existência em algo temível e a sua ocasional formação num erro… Somos, então, um erro. Um erro egoísta e desumano.

Turma 11º E
Ana Raquel (II),
Cátia Dinis;
Samuel Neves

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ESCOLA SECUNDÁRIA FILIPA DE VILHENA
Porto

Será a humanidade um pensamento utópico e egocêntrico ?
Segundo Carl Sagan, cientista e astrónomo americano, o planeta Terra, é um ponto azul pálido visto ser maioritariamente constituído por água. É algo essencial, onde toda a vida se desenrola. Um pequeno ponto visto de longe, que torna possível questionarmo-nos como pode aí existir uma enorme quantidade de espécies, uma série de seres inanimados e animados que o habitam… É neste “pequeno” planeta, terceiro mais próximo do Sol, que todos nós estabelecemos o nosso dia-a-dia, o nosso futuro, e vivemos o presente que deveria ser de forma intensa. Nele, temos as nossas amizades, a nossa família… Aqueles que realmente importam e são imprescindíveis. São vividas inúmeras emoções, sentimentos sociais à existência do ser humano de modo a desenvolver as suas personalidades e caracteres. Desde o primeiro dia na Terra, tudo aquilo que aconteceu até aos nossos dias, contribuiu para que hoje sejamos exactamente da forma como somos.
O nosso planeta é o único ( que se diz )onde existe vida. Logo, somos realmente solitários na imensidão do Universo, nas escuridão cósmica envolvente. Por isso, devemos cuidar bem da nossa “casa”, para a preservamos e que de futuro não fiquemos sem o único local com vida do Universo.
Roger-Pol Droit, filósofo francês, questiona se será a humanidade algo tão excepcional, única como é considerada…, bem, visto por um lado somos… Inteligentes, festejemos a nossa existência, damos graças e consideramo-nos como “milagres” por nos terem dado a oportunidade de habitar e contactar com esta Natureza. Mas vendo bem, se fossemos assim tão excepcionais, não deixaríamos de existir um dia, e Proit prevê que aconteça o contrário, que tudo isto vai terminar, vai ter um fim e que não valeria a pena existirmos.
Será que o pensamento de sermos únicos no Universo não passa apenas de um pensamento tópico ? Não será apenas o pensamento egocêntrico das pessoas que levam a humanidade adquirir o monopólio do Universo ?

Trabalho realizado por :
Luís Mendonça
Marléne
Patrícia
Tiago Marçal


O fim está próximo
Muita gente se questiona se realmente não estamos sós no Universo. Mas e se estivermos? E se, no meio de todos os choques, explosões e Big Bangs, somente a Terra teve a capacidade de criar a vida e somente a Humanidade teve capacidade de desenvolver o intelecto para disso se aperceber? Seremos nós, seres tão preguiçosos e egoístas, realmente os únicos seres inteligentes do Universo? Se sim, é a derradeira prova de que a vida não tem sentido.
Por forma a responder a tal questão, o Homem, na sua sede de ignorância, procurou conforto na religião. Ora bem, num mundo onde o principal país (E.U.A.), 60% da população acredita piamente na teoria da Arca de Noé, não se pode queixar por falta de crentes.
Não afirmamos que Deus não existe, ou que existe uma religião certa, ou que a vida não tem sentido ou que estamos sós. Estamos a pôr probabilidades possíveis.
A necessidade de apoio do Homem na religião é justificável, mas se supormos que não há vida, porque razão Deus criou vários planetas, sem motivo nenhum? Não tem sentido.
Como Carl Sagan afirma: “A Terra é um palco muito pequeno numa gigantesca arena cósmica” e é por isso que defendemos que, para ter sentido, é necessário haver vida para além da Terra pois não tem sentido sermos donos tão pequenos de um domínio tão grande.
Facto é, se a Humanidade não tiver sentido de existência e por um acaso, irá desaparecer tão depressa como apareceu, sem que ninguém dela se lembre. É por essas razões que devemos aceitar a morte e que a destruição da Humanidade é inevitável.

Turma 11ºH
Francisco Brito
João Pascoal
Nair Moura
Gonçalo Sampaio


A Humanidade, um Ponto Azul no Universo
Após a análise dos dois textos, percebemos que a Humanidade é reduzida a um pequeno ponto e que nós, seres dotados com inteligência conseguimos implementar valores e costumes humanos que permitiram desenvolver um acidente biológico: os seres humanos. Como tal, concordamos com ambos os textos.
“Considerando que a humanidade (…) desenvolveu-se desordenadamente sobre uma rocha perdida num canto infinitesimal.”
Roger-Pol Droit pretende expor a Humanidade como algo que se impôs perante outros seres vivos e que através da inteligência forjou a sociedade e dominou o mundo. Mas se outra raça tivesse ocupado o lugar do Homem? O que seria a Humanidade? Seríamos vistos como seres irracionais equiparados a cães e gatos, por exemplo?
O autor justifica com a seguinte afirmação: “Olhem no rosto a sua ausência de justificação, a sua existência efémera e insensata”, ou seja, os nossos valores impõem-se neste mundo, por uma mera questão de sorte.
Como é que tantos sentimentos e emoções cabem num mundo tão pequeno?
O astrónomo, Carl Sagan, afirma como seria fundamental uma fotografia da Terra vista de um ponto remoto, mesmo que não mostrasse os continentes ou qualquer outro pormenor do planeta. Esta ideia engrandece a ideia de como a Humanidade é algo tão mísero e mínimo como um vulgar ponto azul perdido por entre o Universo.
Em suma, a Humanidade e a Terra são vistos como um só, que se unem a partir de valores culturais derivados da inteligência. Nós, pessoas comuns, somos racionais, mas provimos de um feliz erro biológico que nos permitiu determinadas características que muitos outros seres não têm, mas que se possuíssem podiam ser fortes rivais para a Humanidade.
A Humanidade é então reduzida a um Pixell!

Trabalho realizado por:
Bruna Almeida
Diogo Samuel
Eduardo Aranha
Eduardo Lopes
Fábio Carvalho


Critica às críticas
O texto fala sobre a humanidade e a sua maneira de pensar sobre ela própria. O autor pretende colocar em questão o pensamento humano, desvalorizando-o, pois este autentifica-se (na sua maior parte) como o centro do universo enquanto podia ser visto por outro prisma, como um erro ou uma anomalia.
Como grupo, achamos que o autor é um pouco hipócrita em relação ao que escreve: apesar de criticar o facto da humanidade se considerar especial em relação ao universo, ao dizer que não passamos de um erro, o autor, implica que somos o único erro, um erro especial. O autor parece ser coerente com a sua crítica nem sequer devia ter valorizado o “problema” para ter publicado a sua opinião.
Já o texto de Carl Sagan, começa por falar sobre o seu trabalho na NASA, especificamente, sobre o avanço tecnológico das sondas não tripuladas. Este, desenvolve essa informação a um objectivo pessoal, uma ambição: a foto da terra ao mais longe possível.
A partir dessa foto, Sagan, entra no mesmo eixo de pensamento de Droit - “A terra é um palco muito pequeno numa gigantesca arena cósmica” e ambos baseiam-se nesse pensamento para provar que nós, humanidade, nos vamos auto-destruir. Mas, enquanto Sagan diz que nos temos de unir, “Agarrar-nos ao que temos“, está sendo menos desenvolvido do que Droit, dando à humanidade uma hipótese se salvaguardar-se, enquanto Droit, condena-a à eminente auto-destruição sem que o Universo sinta a nossa falta.
Como grupo, podemos concluir, apesar da Terra ser um pequeno palco numa arena cósmica gigante é o nosso palco, é importante para nós, não nos interessa a opinião dos outros seres que possivelmente possam existir no resto do gigantesco universo.
Estamos a caminhar para a destruição desse palco, mas temos o poder de mudar isso a qualquer momento, basta começar a valorizar esse palco com um de nós.
Neste momento, somos como as térmita de um tronco perdido no mar que pode vir a ser destruído por qualquer tempestade.

Turma 10.ºA
Abel Tiago
Adriano
Alexandre
António Ferrão
António Martins

Como é que a Humanidade se tornou o que é hoje?
A criação do Mundo é uma questão em aberto. Tal como a teoria do Relativismo Cultural defende, cada sociedade tem as suas crenças e vive consoante aquilo em que acredita.
A forma como o Mundo foi criado e a Humanidade evoluiu depende da opinião, da fé e dos saberes transmitidos pelos mais Antigos.
Cada pessoa é livre de acreditar no que acha ser verdade em relação à Criação do Mundo, pode é a sua opinião não ser aceite pelos outros membros da sociedade. As opiniões baseiam-se em histórias religiosas, científicas ou mesmo em mitos e lendas. A verdade é que ninguém sabe ao certo como nasceu este lugar em que vivemos chamado Terra. Só nos baseamos naquilo que ouvimos e que sabemos que existe, embora não seja totalmente concreto e esclarecedor.
A forma como a Humanidade evoluiu também não se revela um assunto muito explícito. Sabemos que para nascermos teve de nascer alguém que nos gerou e que para nascer esse alguém, teve de nascer alguém antes. Estas cadeias também nos podem levar a conclusões muito abstractas e perguntas sem resposta. Mas afinal como é que tudo isto começou? Não sabemos. Podemos é viver na ilusão de que o Mundo se criou e a Humanidade evoluiu de forma muito fácil e explicamos isso através de factos que parecem comprová-los. Mas será isto suficiente? Porque será a Humanidade considerada um erro? Serão os sofrimentos e as opressões razão suficiente para achar que é errado estarmos aqui? Se calhar nunca iremos saber a resposta destas perguntas.
Em suma, as questões da Humanidade e da Terra, por muitas investigações que se façam, dificilmente irão ser suficientemente credíveis e explicáveis para nós.
Mas será que algum dia iremos saber como tudo isto começou e se desencadeou?

Turma 11.ºH
Ana Catarina
Ana Isabel
Isa Carvalho
Joana Ferreira


Considerar a humanidade como um erro 
O nosso grupo encontra-se de acordo com a opinião do filósofo Roger-Pol Droit.
 A principal característica do ser humano é o egocentrismo, visto que fazemos tudo por interesse próprio, tem que ser tudo à nossa maneira e para nosso proveito; tentamos moldar o mundo à nossa vontade, sem nos preocuparmos com o bem-estar dos outros seres vivos. Nós, humanos, apenas somos superiores porque passamos por obstáculos que nos obrigaram a desenvolver capacidades mentais e físicas que os outros animais não têm, ou seja, todos começamos do zero, e só por acaso é que nós nos desenvolvemos.
Relativamente ao segundo texto, também concordamos com o autor. Realmente somos um pequeno e insignificante ponto no imenso universo; apesar disso, consideramo-nos demasiadamente importantes sem razão para tal. 
 
Turma 10.ºH
Alexandra Brito
Ana Cerqueira
Cristina Monteiro
Sara Lavadinho


Será a Humanidade um pixel no Universo?

Este trabalho pretende dar resposta à questão colocada pelo título e na nossa opinião não somos mais do que um mero acaso, ou seja, num vasto Universo “o nosso planeta é um ponto solitário na gigantesca escuridão cósmica envolvente”, tal como diz Carl Sagan.
Por Universo entende-se toda a realidade da qual fazemos parte, desde um conjunto infinitesimal de galáxias, estrelas, sistemas solares, planetas entre os quais o planeta Terra, até aos microscópicos átomos. Assim, não passados de um minúsculo pixel numa tela repleta de tantos outros com características que nos individualizam, mas que não nos torna nem mais nem menos importantes que os outros píxeis.
Citando Roger-Pol Droit, “um dia (a Terra), desaparecerá para sempre sem que ninguém dela guarde memória, sem que ninguém se preocupe”, contrariando a mente retrógrada do ser humano que se julga superior e indestrutível. Graças à condenação irreversível do nosso planeta, que irá ser destruído pelo sol, “ (…) a humanidade não tem razão de ser nem futuro” (Roger-Pol Droit).
 O que nos torna especiais? Será o facto de sermos, supostamente, o único planeta com vida entre imensos que nos torna grandiosos e seres superiores, ou será apenas o facto de sermos apenas um erro de desenvolvimento natural?
A população mundial, num conjunto de milhões de seres humanos, alguns deles nascem com erros de genética, pessoas com deficiências, são consideradas pelas sociedades diferentes, mas não são nem mais nem menos importantes que os outros, tal como a Terra no Universo, possuem características próprias que as individualizam.
A Terra não passa de um erro: “um palco muito pequeno numa gigantesca arena cósmica”.

Turma 11.ºH
Bruno Pinto
Jessica Lima
Mafalda Peixoto
Teresa Freitas


“A Importância do Pequeno Ponto Azul “ 
Na nossa opinião, após a análise dos dois textos verificamos que concordamos com as posições defendidas pelos dois autores.
Como ambos os textos referem centramo-nos demasiado em nós próprios e na nossa existência, “tantas vezes nos disseram que éramos excepcionais.“
O Homem, tido como único ser racional, vê-se como perfeito e superior a todo e qualquer espécie, sobrepondo as suas crenças e vontades a tudo o resto. Mas considerando a humanidade como um erro biológico, terá o ser humano o direito de se erguer sobre os outros rebaixando-os?
Ao olharmos para nós mesmos de outra perspectiva, acabamos por ter uma melhor noção da realidade dos nossos actos, atribuindo maior importância aos pequenos momentos da vida.
Carl Sagan reduz a Humanidade a um pequeno ponto azul, “o nosso planeta é um ponto solitário na gigantesca escuridão cósmica envolvente.”. Apesar de sermos apenas este pequeno ponto é nele que se concentra tudo o que conhecemos, vivemos e gostamos.
Independentemente de ser apenas um ponto pequeno na imensidão do universo, é nele que reside toda a Humanidade, todos os que nos são próximos e temos por isso a obrigação de o preservamos e protegemos, evitando os erros do passado.  

Turma 11.ºH
Ana Luísa
Ana Teresa
António

                                                      
Considerar a Humanidade como um Erro
O autor filósofo do texto “Considerar a Humanidade como um erro”, no 1º parágrafo, fala dos pontos positivos da Humanidade, e, como nos ensinaram, “éramos excepcionais”.
Após a leitura do 2º parágrafo podemos afirmar que o autor fala no 1º parágrafo de uma forma completamente irónica. Para além disso Roger-Pol Droit evidencia o erro da Humanidade e que esta acabará por desaparecer “para sempre sem que ninguém se preocupe”.
Já no 3º parágrafo o autor critica a Humanidade dizendo que esta é uma “espécie absurda e violenta”.
O Ponto Azul Pálido
Carl Sagan, cientista e astrónomo americano, defende a sua tese científica “ferozmente”. Acaba por fazer Filosofia dizendo que o nosso único lar é, apenas, um pixel numa fotografia com biliões deles. Pode-se reforçar dizendo que nem todo o planeta é habitado pelo Homem, menos de metade…

Trabalho de grupo realizado por:
Bruno Quelhas
Daniel Frias
Francisco Dias
Marcelo Rodrigues
Rafael Fonseca

O lugar do homem no universo
Será a humanidade resposta para os erros que nem nós conseguimos justificar?
Sendo Roger Pol-Droit defensor da tese de que a humanidade “desenvolveu-se desordenadamente sobre uma rocha perdida num canto infinitesimal”, considera-se que para este, um erro cometido pelo homem tem significado entre nós mas é insignificante perante o vasto Universo.
Carl Sagan afirma que o nosso planeta é um ponto solitário na gigantesca escuridão cósmica envolvente, ou seja, os erros que nós cometemos tornam-se insignificantes perante o Universo escuro, como diz, que por ser tão negro, o erro não tem valor, não representa coisa alguma, é mais um cometido e muitas vezes escondido para que não vejamos como nós próprios somos erros e como somos nós a cometê-lo. Logicamente qualquer acção que o ser humano faça não terá qualquer valor perante aquilo que representa.
Em suma, para ambos os Filósofos o erro é um assunto que num mundo perfeito seria pleno de complexidade, mas no mundo em que vivemos é noção de complexidade que tratamos com banalidade no nosso dia a dia quando cometemos erros e logo a seguir os justificamos. Para nós, no nosso mundo, na nossa sociedade o erro convive connosco mas sobretudo nós adaptámo-nos a ele e em vez de o excluir, justificámo-lo. Deveríamos tentar excluir o erro da nossa realidade? Deveríamos não justificar o erro muito menos o compreender para que depois pudéssemos perceber o seu peso na humanidade? Talvez não, porque nós próprios somos o erro personificado e porque esse mesmo erro é demasiado insignificante para não o compreender. Roger Pol-Droit defende que a humanidade valoriza demasiado o erro, enquanto que para Carl Sagan o erro se torna minúsculo perante os erros do próprio Universo. Ou seja ambos concordam que o erro está presente, que existe e ambos tentam justifica-lo, como seres humanos que são e que o praticam, enquanto que Roger Pol-Droit fala do erro como se tratasse de normalidade numa retrospectiva mais minimalista, Carl Sagan considera que a própria humanidade representa o erro.

    

Turma 10.ºH
Mónica Martins
Joana Monteiro
Diogo Oliveira
Leandro Gerson

    

    
Considerar a humanidade como um erro 
Será que a vida tem sentido? Se não tem, porque é que fomos criados? Será que somos um erro? Se a humanidade fosse um erro, não deveríamos existir e como existimos não somos um erro.
É da nossa opinião que os seres humanos foram criados com um propósito. Esse mesmo propósito é governar a Terra. Se a humanidade não existisse, como seria a Terra? Como seria o Sistema Solar? E o Universo? São perguntas às quais não temos resposta, por isso só podemos concluir que fomos criados com uma razão, um propósito.
Apesar de a opinarmos sobre este assunto, dizendo que fomos criados com uma razão, o que proporcionou a nossa existência foi o Big Bang, porque a partir deste fenómeno foi possível moldar a Terra e posteriormente, o Homem tomava “conta” deste grandioso planeta.
Ao longo dos milhares e milhares de anos de existência do nosso planeta, foram-se descobrindo terror e pavor distintos, com diferentes culturas. Formaram-se “rivalidades” e deflagraram inúmeras guerras. Não era suposto sermos uma só civilização? Se calhar não formos criados com um propósito, ou melhor, a razão pela qual fomos criados talvez fosse para ao fim de uns bons milhares de anos nós nos autos destruímos e neste caso já concordaria com este texto de Roger-Pol Droit, no qual podemos constatar que somos um acidente biológico.
Afinal somos ou não um erro?

Turma 11.ºC
Pedro Pereira
Tiago Sequeira
Tiago Monteiro 


Se viemos aqui parar foi para alguma coisa
Concordo, porque enquanto estão acontecer coisas más no mundo, as pessoas festejam coisas sem importância.
Que nós, o ser humano, somos “uns seres insignificantes no universo” e fomos criados para nos autodestruirmos uns aos outros.
Com o desenvolvimento do mundo, a humanidade conseguiu perceber que não podemos ser um erro no universo, porque se viemos aqui parar, foi para alguma coisa, pelo menos para sermos ensinados, e conseguirmos por em prática algo do que aprendemos, mesmo sabendo que a humanidade, não será o futuro.
Será que pudemos considerar a humanidade como um erro?
Carl Sagan refere que depois de várias experiências das duas sondas espaciais Voyager excedendo as expectativas dos projectistas que agora não haveria mais nada no sistema solar para ser visitado.
Carl Sagan gostaria agora de fotografar o planeta “azul” chamado Terra do ponto mais remoto possível o que era muitíssimo improvável reorientar as câmaras para esse planeta “azul”.
Mais tarde não daria sequer para ver os oceanos, os continentes ou outra forma qualquer.
Nessa fotografia reflectia o nosso lar, onde estamos, onde vivemos, onde vivem as pessoas que admiramos e gostamos, as religiões, as destruições massivas do nosso querido “ponto azul pálido”, o grandiosíssimo universo.
O nosso querido lar já era massacrado desde os tempos mais remotos dos romanos e assim continuou até à actual guerra do Iraque.
Todas aquelas pessoas que foram torturadas, martirizadas, espancadas, queimadas, violadas foram todas pequenas gotas na imensidão dos nossos grandiosos oceanos avistados pelas sondas Voyager a partir do  ponto mais remoto possível do nosso sistema solar.
O  nosso lar continuará a ser obscuro enquanto houver todo este tipo de pessoas que derramem sangue.
Esta fotografia será recordada por todos nós gentilmente como o nosso ponto “azul-pálido”, o único pedaço do universo que nós alguma vez vamos conhecer.

Turma 10.ºA e 10.ºN
José Miguel Antunes
João Martinenz
Edson Emanuel
Eduardo Jesus


Criação: a Origem do Erro

O ser humano é único e formidável. Cada indivíduo da nossa espécie é uma maravilha da Natureza. Quantas maravilhas foram até agora e continuam a ser destruídas? Das 7 maravilhas da Antiguidade, apenas uma subsiste. Se apenas um único e formidável monumento entre sete resiste ao passar de milhares de anos, quantos maravilhosos seres humanos de entre triliões resistirão ao passar das centenas de milhares de anos da existência humana?
Pensa-se que a partir do momento em que morremos, deixamos de resistir à eventual inexistência. Porém, essa nossa inexistência implica a inexistência de quem nos recorde.
A Humanidade cavalga para isso: o profundo esquecimento. Admitir esse esquecimento é admitir que somos um erro.
Tendo isto em mente, devemos abandonar a tendência bélica que nos caracteriza e ser solidários uns com os outros, preservando deste modo e no limite das nossas possibilidades, a existência humana.

Turma 11.ºC
Daniel Benevides
Hugo Ribeiro
Rafael Ribeiro
Luís Carlos Sousa


Será a Humanidade um erro?
Nascemos, crescemos e morremos e durante toda a nossa vida consideramos sempre que os nossos problemas são maiores que os dos outros. Contudo, somos apenas um ínfimo ponto azul numa vasta e densa escuridão de que pouco conhecemos. Porque somos tão egocêntricos e achamos que somos a única forma de vida no Universo?
A verdade é que, se reduzirmos toda a história do nosso planeta a 24 horas, a Humanidade teria aparecido apenas 10 minutos antes do final do dia. Assim vemos como a raça humana tem tão pouco significado comparada com tantos outros seres que têm habitado o Planeta Azul.
Num planeta inteiro, somos os únicos seres racionais, ou, pelo menos, foi assim que nos classificámos. Mas será que esta racionalidade é um erro?
Se assumirmos que a Humanidade é, de facto, um erro, estamos a afirmar que tudo já estava previamente planeado. Se assim for, estamos a supor que existe alguma entidade superior omnisciente, omnipotente e omnipresente que terá controlo total sobre a vida. Mas se essa entidade divina tem controlo total, não permitiria a existência de erros, a não ser que fosse uma entidade imperfeita. Todavia, para o Homem, essa entidade é perfeita.
Vemo-nos, então, confrontados com duas hipóteses: ou essa entidade foi criada por nós, Humanos, ou a Humanidade não é um erro.

Turma 11º C
Carolina Dias  
Mafalda Jesus  
Manuel Barros 
Virgínia Ferreira 


Considerando a Humanidade um erro
Todo o desenvolvimento da Humanidade se baseou em acontecimentos bélicos. Por isso, todo o ser Humano se considera grandioso, reflectindo essa imagem na Terra.
Baseando-se em pensamentos dogmáticos, o Homem considerou a Terra como sendo o centro do Universo, teoria Geocêntrica, que colocava a Terra num plano superior a todos os outros astros, incluindo o Sol. Tal teoria foi apoiada pela Igreja Católica durante bastante tempo. Apenas alguns foram críticos o suficiente para se apoiarem nas suas próprias ideias.
Considerando a fotografia tirada pelas sondas Voyager, o planeta Terra não é assim tão grandioso, até é insignificante, quando comparado com todo o Universo.
Desta forma, reflectindo na nossa situação, ainda mais insignificantes somos, visto que todos nos inserimos no ponto azul longínquo. Por conseguinte, o ser Humano começou a questionar a sua posição no Universo.
Sendo assim, o próprio desenvolvimento da nossa espécie é insignificante, no entanto, cheio de acontecimentos pelos quais não nos orgulhamos, tal como a escravatura.
Portanto, a nossa sociedade não só existe devido a diversos actos incorrectos como também não tem um significado muito grandioso comparado com todo o Universo. Tendo a sociedade se desenvolvido com acções violentas, como forma de demonstração de sua superioridade em relação aos outros da sua espécie, o desenvolvimento da Humanidade foi errado.

Turma 11.ºC :
Teresa
Nuno Dourado
Rita


Humanidade, O Produto Errático da Sua Produção
O texto “Considerar a Humanidade como um erro” trata de como o ser humano é um ser cruel e insensato embora consiga criar tanto. Refere-se também a ele como sendo uma criatura egocêntrica e egoísta que mata por um pequeno pedaço de um ponto no Universo. O segundo texto, “O Ponto Azul Pálido”, fala dos mesmos assuntos, explicitando ainda mais a obra do Homem e ao mesmo tempo a inutilidade de lutar por um bocado num ponto tão pequeno.
Nós pensamos que estes textos generalizam demasiado a espécie humana, mas que, ao mesmo tempo, apresentam também grande razão nos seus argumentos. O primeiro autor refere-se à espécie como sendo absurda e violenta, o que é verdade para a maioria, visto que essa mesma maioria busca poder sem se importar com os custos e com os possíveis impactos negativos e mágoa que possa causar. As guerras e a devastação provocados pelo ser humano são provas da sua ganância injustificada e tão frequentemente revelada.
No entanto, o segundo mostra uma perspectiva mais optimista, expondo alguns feitos do Homem, mas sem deixar de referir a natureza negra do ser. “O planeta é um ponto solitário na gigantesca escuridão cósmica envolvente”, e, porém, travamos lutas calamitosas por um pequeno pedaço desse mesmo ponto. Se considerarmos tudo o que a nossa espécie já fez ao longo dos seus milénios de existência, podemos verdadeiramente afirmarmo-nos a espécie mais absurda e violenta à face da Terra.
Em suma, o nosso grupo concorda com a mensagem que os dois textos tentam transmitir, embora pense que generalizam demasiado o nosso ser. Porém, nós pensamos que isso ajuda na compreensão dos mesmos ao criar um choque no leitor através de revelações tão poderosas. Mas mesmo assim, mesmo sendo estas tão exageradas e generalizadas, não é verdade que todos nós, sem excepção, possuímos uma parte gananciosa, uma natureza negra e maléfica capaz de emergir a qualquer momento?

Trabalho realizado por:
Daniel Carvalho
Filipe Sousa
Gonçalo Teixeira
Henrique Matiz


O lugar do homem no Universo
Nesta vida todo o ser humano se considera um ser especial, não conhecemos ninguém, não falamos com ninguém com ninguém nem sabemos nada. Começamos por nos integrar num espaço talvez de muitas ilusões. Ninguém nasce ensinado, vamos aprendendo com o que vimos e com o que nos tentam ensinar, e principalmente com os erros cometidos, mas por vezes não compreendemos os nossos erros, fazendo confrontos com os outros para se poderem compreender, e mesmo assim só se complicam mais.
Este que se diz existente ou que já existiu nesta espécie de rocha perdida, é relembrado através de memórias, tais como as músicas e os quadros preferidos, ou até lugares frequentados, as lágrimas deitadas por poemas, episódios que tocam as pessoas que lhes são queridas, mas muitas vezes iludidas pelo erro, por serem relembrados pelos seus gostos e não pelo que são realmente.
No nosso planeta ainda há muita gente que ignora o facto de haverem outros seres além de nós, porque se pensamos bem, o nosso planeta é de grandes dimensões, mas comparado ao universo é um pequeno ponto azul-pálido.
Pelos factos todos existentes no mundo, pelas questões feitas, sem obter qualquer resposta verdadeiramente correcta, uma coisa é certa, nós estamos aqui, e se estamos, apenas temos de viver a vida como ela é, e não como queremos que ela seja.

Trabalho realizado por:
Catarina Soares
Ana Silva
Filipa Marques
Ângela Pinto

                                                                                                                                                                                              


O Universo é aquilo que realmente é?

Roger-Pol Droit, filósofo francês, demonstra as qualidades atribuídas à população por outros seres, às suas origens.
A espécie humana não se preocupa com o meio em que vive, ao destruir, ao poluir e ao desrespeitar as outras espécies. Com estas atitudes, no futuro, o Planeta Terra ficará completamente destruído e não haverá provas da existência humana, degradar-se-á de uma forma abrupta e contínua, num abrir e fechar de olhos.
Droit afirma também que a espécie humana é perigosa e que se pode estagnar no fututo.
Carl Sagan, cientista e astrónomo norte-americano, tem boas opiniões sobre o  “Ponto Azul”, como este o determinou, a sua constituição e dimensão.
Concordamos que a Terra é um minúsculo ponto no espaço e que não imaginávamos que pudéssemos alguma vez existir.
Deixamos a seguinte pergunta: será que o Universo é aquilo  que realmente é?


Turma 10.ºA
Ana Catarina
Diogo Cerqueira
Duarte Teles
Mariana Ferreira

O  Lugar do Homem no Universo
É possível que a humanidade tenha sido criada a partir de um erro biológico na imensidão do universo, visto que tudo o que pensamos sobre o sentido da vida poderá estar errado, pois poderá ser apenas uma imaginação das nossas mentes. Actualmente ainda não é conhecido outro tipo qualquer de existência de vida noutro planeta, o que nos leva a ponderar novamente o facto de podermos ser apenas consequência de uma falha. Visto que quando desaparecermos, tudo sobre nós será apagado e ninguém no universo saberá quem fomos, pois temos sido apenas uma espécie preconceituosa, violenta e corrupta.
A Terra é apenas um ponto azul na imensidão do universo! Tudo o que somos ou pensamos ser, está naquele pequeno ponto azul, todas as nossas alegrias e sofrimentos, tudo alguma vez conhecemos, esteve ali. Todas as nossas lutas feitas nesse pequeno ponto azul, para ter um canto nele, se os insignificantes na arena que por outras palavras, é o universo e ninguém nos ajudará nesta imensidão. Em suma, isto faz-nos pensar que devemos ser mais responsáveis, para com o nosso mundo e com nós próprios, ou seja, a sociedade em geral.

Turma 10.ºA
Fábio Lino
Hugo Tavares
Luís Ferreira
Nuno Fernandes
Rui Pinto

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ESCOLA SECUNDÁRIA JOAQUIM DE CARVALHO
Figueira da Foz

O Lugar do Homem no Universo
Roger-Pol Droit convida-nos a sentir a desilusão...
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Turma do 10.ºB

O Lugar do Homem no Universo (II)
[apresentação em PowerPoint]
Carl Edward Sagan foi um cientista e astrónomo americano...
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Turma 10.ºC
Catarina Calado
Catarina Almeida
João Neto


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ESCOLA 2,3/S MANUEL RIBEIRO FERREIRA
Alvaiázere

Qual  o lugar do homem no Universo?
O que somos? Para onde vamos? Qual o sentido da nossa existência? Estas são questões que todos os dias assolam a nossa mente e o espírito do ser humano e para as quais as respostas não surgem de imediato.
Desde os primórdios da nossa existência que o homem se julga o detentor de tudo o que o rodeia. Julga que a sua inteligência e a sua racionalidade lhe conferem poder, autoridade e superioridade. Mas, se o Mundo é grande, o que dizer do Universo? O Universo é enorme, gigantesco, de uma imensidão incalculável. E o ser humano só tomou consciência desta imensidão quando se afastou da Terra e a viu com outros olhos. As primeiras fotografias e imagens que nos chegaram da Terra tiradas do espaço revelaram, não um enorme planeta superior aos outros, mas, pelo contrário, um mísero ponto azul, frágil como uma bola de sabão. Simplesmente, não passamos de um pequeno rasto azul numa incomensurabilidade negra.
Ao contrário do que se pensou durante muitos anos, a nossa permanência na Terra assim como a nossa humanidade são finitas e a eternidade da prosperidade não existe, não passa de uma mera ilusão.
Quando tivermos coragem para enfrentar esta realidade, mais uma questão, no meio de tantas outras, poder-se-á impor, mas esta com uma dimensão superior às outras: “Se não somos nada, se a humanidade é finita, devemos continuar a percorrer os objectivos a que nos propomos?”. Devemos desistir de tudo e, mentalizando-nos da nossa dependência e determinação, parar de evoluir, parar de lutar pelos nossos sonhos?
Podemos tomar este rumo ou, por outro lado, tomar outra opção: podemos demarcar uma posição de diferença e tornar a nossa existência marcante. Podemos fazer o bem, impondo novas ideias de igualdade e respeito, numa tentativa de melhorar tudo o que já se fez até hoje.
E que significado terão a guerra, as lutas e os conflitos? Para quê disputar algo que não nos pertence realmente? Para quê causar destruição, tristeza e dor se a vida já é suficientemente frágil?
Se a nossa predestinação é a morte, porquê não viver e terminar de um modo pacífico, com uma enorme sensação de “dever cumprido”?
A vida é efémera, mas as nossas acções podem ser perenes.

Trabalho elaborado por:
Ana Filipa Santos
Maria Manuel Grácio
Marta Brás
Micael Antunes

Pálido Ponto Azul
Tudo começa com um pequeno ponto azul no espaço. A viajar a 108.000 km/h pela imensidão do Universo. E é naquele “átomo” de poeira cósmica que tudo aquilo que julgamos importante acontece, onde convivemos, amamos e onde também ocorrem guerras pelo poder de ínfimas partes deste ponto insignificante. Será que aquelas acções que a comunidade humana realiza, desde infra-estruturas, avanços científicos até ao conhecimento do Universo, serão importantes quando comparadas com a relevância do nosso pequeno ponto azul? Somos demasiado pequenos num Universo infinito. Quando pensamos em todo o progresso que o ser humano fez e o comparamos com a evolução do meio que rodeia a Terra, este torna-se ínfimo ou mesmo nulo. E tudo um dia há-de acabar neste mesmo átomo que mal sabemos reconhecer quando visto acerca de 6,4 bilhões de quilómetros de distância.

Turma 10ºA
Gustavo Emanuel Santos Dinis

O lugar que o homem ocupa no Universo…
A Filosofia, ao se ocupar do ser humano, tem como finalidade provocar uma reflexão sobre a sua natureza, bem como sobre o processo de produção da sua existência, e busca transformar experiências vividas em experiências compreendidas. Dessa forma, é possível afirmar que a Filosofia procura compreender o sentido e o significado da existência do homem nos seus diferentes aspectos.
O homem é apenas uma pequena parte que constitui o Universo. Ocupa apenas o conhecido “ponto pálido azul” que é uma “insignificante” parte do Universo. Pelo que é preciso que percamos essa mania de acharmos que somos seres extremamente superiores, quase deuses. Assim que nós tivermos a sincera capacidade de perceber a nossa irrelevância, talvez tenhamos a capacidade de demonstrar a nossa grandeza. Tal como não nos basta compreender o Homem para compreender o Universo também o Universo seria incompreensível se nele não conseguíssemos integrar de forma coerente o Homem. A definição básica é a de que o ser humano é um ente constituído de corpo, mente e espírito e que ocupa um lugar no mundo como ser único, insubstituível e irrepetível. Aquela máquina que mostra toda a amplitude do universo e uma setinha apontando: "Você está aqui", enlouquece todos os seres que se atrevem a utilizá-la pois mostra - lhes o tamanho da sua insignificância... E é o que somos: insignificantes diante de todo esse universo... mas arrogantes demais para o admitir. Quando vemos que nós somos tão pequenos diante da Terra, e que a Terra é apenas um pequeno planeta dentro do sistema solar e que o sistema solar não passa de um minúsculo ponto da Via Láctea, que por sua vez é um grãozinho de areia dentro do universo... Quando percebermos tudo isto é que pensaremos como é incrível o quanto o homem ainda tem a descobrir deste universo, mas para isso precisa de quebrar as barreiras do seu “universo interior” para descobrir coisas muito mais complexas do que imaginamos, e é aí que iremos valorizar este planeta tão pequeno. E, sempre que pensarmos tão "grande" assim, é normal que nos sintamos pequenos. E é bom também, já que nos faz reflectir sobre verdades que normalmente tentamos esconder de nós mesmos, como uma forma de protecção. Só que isso, simplesmente, é um ponto de vista, pois, ao observamos um formigueiro, por exemplo, podemos nos sentir "grandes". Mas, ao invés de ver isso como uma virtude, devemos pensar em como nosso papel para preservação dessa pequena vida é importante, e é essencial que a protejamos. Grandes ou pequenos, temos um mundo a respeitar. Um insignificante ponto azul...mas é o nosso ponto azul!!!! Deveríamos aprender a amar e a respeitar este ponto azul com grande intensidade, ”olhos nas estrelas, coração na Terra”... Bom seria que todo o ser humano pudesse ir ao espaço e ter a mesma visão da Voyager, assim, à medida que ele fosse subindo aos céus, veria pequenas pessoas, pequenos prédios, pequenas montanhas, pequenos problemas...tudo se tornaria insignificante. Ao voltar certamente ele mudaria a sua postura diante de tudo o que faz: consigo, com as pessoas ao seu redor e com a terra onde vive. Sem dúvida, precisamos reflectir melhor em como preservar o planeta.
Deve haver consciência dos governantes, no geral, e do povo, de cada pessoa, em particular. Achamos que já está na altura de cuidarmos da nossa “CASA” - esse imenso ponto azul perdido no infinito universo vazio. O nosso planeta continua sendo destruído e consumido sem que exista pensamentos sérios para mudar tal situação.
Será que nós humanos somos um “vírus” que destrói a sua própria casa e a si mesmos??? A consciência de sabermos o quanto somos insignificantes no Universo é que nos fará Grandes.

Turma 10.ºA
Celina Marques
Daniela Simões
Inês Farinha

O lugar que o Homem ocupa no Universo (II)
O Homem ocupa um pequeno espaço no Universo, um pequeno ponto, um pequeno pixel de uma vasta área que é denominada, como, sendo, infinita.
Do ponto de vista dimensional, nós, os humanos, somos insignificantes. Somos tão pequenos em relação ao resto do Universo, mas ao mesmo tempo podemos considerar-nos tão grandes e tão grandiosos.
Porque naquele ponto azul pálido no Universo, nós existimos e fazemos coisas incríveis, apesar do nosso insignificante tamanho, tornamos possível acontecimentos espantosos e magníficos. Como é possível naquele ponto tão pequeno, perdido algures no Universo, acontecerem coisas tão importantes, tantas guerras, lágrimas, sorrisos, sentimentos, relações, culturas, países, teorias, ciências, separações, uniões, prazeres, desgostos, tantos acontecimentos e avanços capazes de mudar tudo… Como alguém tão pequeno, pode possuir tamanho dom e talento? Como pode o Homem ser tão frágil, mas ao mesmo tempo ser tão forte? Sendo capaz de dominar outros seres e tornar-se superior. Como pode ele ser tão lento, frágil, ingénuo, ter conseguido ultrapassar os obstáculos que lhe surgiram e lutar pela sobrevivência? Talvez tenhamos algo de especial, algo que nos torne importantes, únicos, nos permita ser grandiosos, que nos dê o poder de escolha… Talvez o que nos torne de tão especial seja o facto de possuirmos sentimentos, força de vontade, capacidade para pensar e de escolher…
São os sentimentos que nos fazem sorrir ou chorar, unir-nos ou separar-nos, lutarmos pela vida ou morrer por desistir de viver, pensar ou seguir o instinto, estarmos alegres ou tristes, procurar o conhecimento ou vivermos com o que temos… A força de vontade permite-nos continuar e não desistir, persistir e voltar a tentar, até atingirmos o nosso objectivo, a nossa meta… A capacidade de pensar possibilita-nos a escolha, escolher o nosso destino, a nossa vida, talvez o que nos distinga dos outros seres, seja, o facto de podermos pensar com lógica e não nos deixarmos levar pelo instinto, mas, por vezes, temos de escolher o que é melhor para nós, o instinto ou a lógica.
Embora sejamos pequenos em tamanho, somos grandes em espírito.
Ricos em sentimentos, recheados de emoções, diferenciados por personalidades, lotados por pensamentos, abertos para o conhecimento e completos por esperanças…

Turma 10.ºA
Rute Isabel Simões Castanheira


O Papel Do Homem no Universo
Existem muitos planetas, muitas galáxias, e provavelmente muitos Universos, e o nosso planeta é um simples ponto azul, no meio desta imensidão de espaço cósmico. É provável que no resto do Universo haja outros planetas com vida e se calhar com uma inteligência superior à nossa.
Vista do espaço não demonstra nenhum interesse especial, mas para nós é diferente, esta é a nossa casa, é neste planeta que se encontram todas as pessoas que amamos, que conhecemos, que já ouvimos falar e todos os seres que já existiram. Visto do espaço não tem nenhuma importância, é um simples planeta no meio de tantos outros, mas no entanto é aqui que nós vivemos, é aqui neste pequeno grão de poeira no meio desta imensidão de espaço que se passa tudo: foi aqui que se derramou sangue por generais demasiado gananciosos, há alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas económicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores, políticos corruptos, tudo o que conhecemos encontra-se aqui, neste pequeno e insignificante grão de poeira, que visto do espaço pode não ter nenhuma importância, mas para nós que aqui vivemos e havemos de morrer, tem muita importância.

Turma 10.ºA
Mª Isabel Lourenço

Qual o lugar do Homem no Universo?
Esta pergunta permite-nos a formulação de múltiplas respostas. Mas… partindo do princípio que somos um pixel, um ponto azul pálido na imensidão do Universo, um erro do acaso, tomamos consciência de que a nossa insignificância é tal que não faz sentido nos considerarmos superiores e especiais.
Visto que não temos razão de ser nem futuro, qual o verdadeiro sentido da nossa existência? E qual será a nossa função na Terra? De que serve ao Homem criar conflitos, entrar em guerra, se no fundo o que resulta é a nossa auto-destruição?
Ao nos tomarmos como algo insignificante perante a infinita arena cósmica, chegamos à conclusão que somos ignorantes pelo facto de achármos que a nossa passagem no Universo não será esquecida. Além disso, o desejo de nos querermos tornar “senhores momentâneos da esquina de um ponto”, torna-nos gananciosos e arrogantes, por pensarmos que o nosso poder é além-fronteiras.
O facto de sermos “pequenos”, torna-nos impotentes e restritos perante a constante evolução do Universo, de tal forma que devemos ter humildade suficiente para admitir as nossas limitações e aprender a gerir o pouco que temos de bom. Assim, conclui-se que é importante tomarmos consciência da nossa pequenez, bem como é necessário procurar o sentido da nossa existência, para descobrirmos qual o nosso verdadeiro lugar no Universo.

Turma 11.ºA              
Lurdes Gonçalves 
Maria João Balas   
Nélia Gaspar  
Nelly Marques 

Qual o lugar do Homem no Universo? (II)
O nosso planeta é e sempre será uma arena de crueldades infindáveis. Apesar de insignificante, a Terra é o local onde as guerras constantes não passam de uma luta para alcançar mais um troféu, sem medir quaisquer tipo de consequências. O Homem pensa que é o centro da razão e a ansiedade por sangue e repleta de ódios não faz qualquer tipo de sentido.
O ser humano tem o poder de se isolar e pensar só em si próprio, para que se possa tornar o melhor e o mais espontâneo da esquina do nosso ponto (Terra). O Homem não tem nem nunca terá um lugar privilegiado no Universo pois ele não possui quaisquer tipos de comportamentos que evitem q quebra do nosso ponto azul-pálido. Ele provoca a nossa própria destruição.
A nossa existência pode não ter qualquer tipo de sentido. Apesar de o Homem se julgar um ser superior e inigualável, este não tem qualquer razão de ser nem futuro. O ser humano não é nada mais que um acidente biológico e um obstáculo no Universo que acabará um dia por desaparecer. Em contrapartida a existência da nossa espécie poderá ter algum sentido: quando observamos aquele ponto azul comparável a um pixel, sentimos a necessidade de lidarmos mais gentilmente uns com os outros e de preservarmos o nosso planeta, pois não é nada mais que o único lar que alguma vez conhecemos.
Para que o nosso pixel não seja destruído, não se torne obscuro, vasto, uma falha, é necessário que o Homem cuide dele como se este se tratasse de uma criança recém-nascida. Assim como um bebé se torna frágil, também o nosso precisa de carinho e conforto, isto caso tenhamos alguma responsabilidade e consciência de que o preconceito humano nos pode levar ao desabamento do nosso planeta.  

Turma 11.ºA
Vanessa
Raíssa
Patrícia
Patrícia (II)



O Homem no Universo
O ser humano é tão importante quanto julga ser apenas no seu meio, na comunidade em que está inserido e na sua família.
No nosso meio todos são importantes, pois cada um tem a sua função e se um desaparecer a vida dos outros complica. Por exemplo, necessitamos de médicos e de supermercados eles de nós, os utentes não conseguiriam manter os seus trabalhos sem eles.
Imaginemos agora a nossa existência sem as coisas de que gostamos, sem amigos, sem tudo o precisamos no nosso dia-a-dia. Que importância teremos nós nessa altura?
Porém também pode demonstrar a sua importância no mundo através da ciência; da astronomia, da biologia, da economia, da filosofia entre outros.
O que poderá o homem fazer para controlar a dinâmica interna e externa do nosso planeta? Nada, o ser humano jamais poderá controlar o planeta, nem sequer uma parte dele, como por exemplo os sismos, os tsunamis, os vulcões, os tornados etc. O melhor que conseguimos fazer é apenas tentar prever alguns desses acontecimentos.
No entanto no Universo nós mostramo-nos com uma insignificância total. O que poderá o homem fazer para controlar o universo e o seu funcionamento? Nada, como disse Carl Sagan, tudo o que gostamos; o que não gostamos; todos os que conhecemos e não conhecemos; tudo o que não dispensamos a nossa sobrevivência encontra-se naquele quase microscópico ponto azul pálido observado pela sonda espacial Voyager.
Com isto concluímos que só somos importantes no meio onde estamos inseridos; não representamos portanto nada no quase infinito universo, apenas somos uns dos seres que se encontram naquele minúsculo ponto.

Turma 10.ºA
Ricardo Pinheiro
João Pereira

O ponto azul pálido
Toda a Humanidade e espécies de seres vivos fazem parte do ponto azul pálido, ou seja, estão integrados no pequeno planeta azul que se observa na imensa arena cósmica do grande Universo.
O Homem ao agir bruscamente no pequeno e frágil planeta, pensa que este é enorme, e como tal, nunca será afectado. A inteligência humana não tem capacidade em deliberar nas consequências que pode vir a trazer.
Ao longo dos tempos, devido a grandiosa ganância que o Homem leva consigo, tem vindo a desenvolver novas tecnologias, quer sempre descobrir mais e mais, nunca está contente com nada.
O facto de o Homem só querer pensar nele traz imensas consequências negativas para a Terra, tais como, destruição das florestas e poluição das águas e da atmosfera, o que leva a um consequente aquecimento global, levando assim à rápida destruição do nosso “lar”.
Por isso podemos afirmar que o Homem é o ser mais imperfeito à face da terra.
O Homem intervém no planeta como este fosse dele e pensa que a resolução para todos os problemas é o dinheiro, ou seja, pensa que o dinheiro paga tudo, muito pelo contrário, o dinheiro não paga o que realmente é importante.
O Homem pensa que é único e o mais importante no planeta, mas em relação ao Universo é um ponto granulado perdido, podendo comparar-se a um átomo, ou seja, é invisível e insignificante.
O planeta Terra foi-nos concebido para tomarmos bem conta dele.
Enquanto o Homem não se mentalize que o planeta é o nosso “ninho” (como Carl Sagan defendeu) onde encontramos as pessoas mais importantes para nós e aquelas que nos fazem realmente felizes, não irá “conservá-lo” para vivermos melhor e por mais tempo.
Por isso, não fique à espera que o Super-Homem venha salvar o mundo por si!!!
           
Turma 10.ºA
Sandrine
Sónia
Tânia

O lugar do homem no Universo
São muitas as questões que se colocam sobre a posição do homem “neste” nosso Universo, uma delas é :“Se o homem só foi até a lua como ele sabe que o universo é infinito?” O lugar do homem em relação ao Universo visto do espaço/Universo é um insignificante ponto azul ou até mesmo um pixel, onde todo acontece. Apesar disso a sua distância de 6.4 bilhões de quilómetros, como se observa na foto, não se poderia de maneira alguma visualizar os continentes nem os oceanos. Nesse sentido as dimensões e a natureza do universo ultrapassam o nosso entendimento. Mas é nele que habitam todos os seres humanos, todos os acontecimentos que diariamente o homem intervém de uma cívica mas muitas das vezes age terrivelmente mal até mesmo quase impossíveis de imaginar.
Existem reflexões filosófica sobre a visão científica do universo, e a constatação das suas dimensões incompreensíveis, gerando espanto e angústia em filósofos como Pascal. Qual o sentido da vida, num cosmo como o descrito pela ciência? O homem é um nada num universo grotescamente gigantesco. Qual o sentido da vida num Universo que se apresenta tão distante dos nossos sonhos?
A nossa consciência e inteligência detectam um universo inabitável, um universo de silêncio, profundamente diferente da Terra e profundamente hostil, em que a vida não tem sentido. Isso afasta-nos desse Universo. Somos uma voz solitária e consciente num Universo absurdo.
Todavia, se o homem que habita naquele ponto azul, sendo ele próprio pode garantir se o Universo continuará a expandir-se infinitamente, nem pode prever como ir terminar. Muitas são as hipóteses, que sustentam a possibilidade da ocorrência de um fenómeno inverso ao Big Bang, o Big Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche propôs a hipótese, na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.

O que é o cosmo?

Cosmo
ou cosmos (do grego antigo κόσμος, transl. kósmos, "ordem", "organização") é um termo que designa o universo em seu conjunto, toda a estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo ao macrocosmo. O cosmo é a totalidade de todas as coisas deste Universo ordenado, desde as estrelas, até as partículas subatómicas.

O que é o Universo?
A palavra universo (do latim universus, "todo inteiro", composto de unus e versus) tem várias acepções, podendo ser designado como "a totalidade das coisas objeto de um estudo que se vai fazer ou de um tema do qual se vai tratar". Portanto, o termo pode ser designado como a "Totalidade das coisas". Na linguagem quotidiana poderíamos dizer "Universo da Política", "Universo dos Jogos", "Universo Feminino"... Isso são particularizações da palavra. Se quisermos designar a totalidade do todo físico e real, a definição aplicada terá carácter cosmológico.

O futuro do universo
Nesta altura, é ainda impossível garantir que o Universo continuará a expandir-se infinitamente, levando à desagregação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Esta última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenómeno inverso ao Big Bang, o Big Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche propôs a hipótese, na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.
É preciso ter em conta que o homem em relação ao universo ainda nem sequer nasceu!

Turma 10.ºA
David Santos


ESCOLA SECUNDÁRIA DE MONTEMOR-O-VELHO

O que é o Homem? Qual o seu lugar e estatuto no Universo?
O Homem considerava-se um ser omnipotente e omnisciente que sabia e podia fazer quase tudo, considerava-se superior pois sabia que «saber é poder». Ser dotado de racionalidade, habitante do suposto centro do Universo, criado à imagem e semelhança de Deus, com o avanço do conhecimento, a “realidade” do Homem é posta em causa. Os estudos de Copérnico e de Galileu desfizeram a ilusão do Homem viver no centro do Universo provando que era o Sol o centro do Universo e que a Terra (local habitado pelo Homem) não era mais que um vulgar planeta que tinha a sua órbita em torno do Sol, fazendo assim parte do sistema solar e de um Universo infinito.
Após Copérnico e Galileu também Darwin contrariou a crença de que o Homem tinha sido feito à imagem e semelhança de Deus provando que era apenas um ser vivo que evoluiu dos primatas e pertence à subespécie Homo Sapiens Sapiens.
Por último, e para acabar de vez com o orgulho e ilusão de superioridade do Homem, Freud afirma que não somos totalmente racionais mas sim marionetas do nosso inconsciente, ou seja, agimos determinados pelo inconsciente.
Não somos mais do que um humilde ser tão insignificante que nem a “sua” vida e “seus” afectos controla. O Homem vive a vida e no fim não passará de um nada. Irónico, saber que o Homem, ser extraordinário e maravilhoso, não é mais que um nada e que nem sabe como agir correctamente pois, ainda põe em risco a sua própria sobrevivência agredindo ferozmente o seu habitat, o seu palco pequeno instalado numa gigantesca arena cósmica… um ponto luminoso como tantos outros que existem no sistema solar – a Terra.

Turma 11ºA
André Silva
Cynthia Dias



Não ser o que se é!
O Homem é o ser dotado de razão e afectos, capaz de contribuir para o desenvolvimento da Humanidade. Desde sempre considerado um ser excepcional.
Mas será que o Homem é mesmo este ser inteligente e maravilhoso? A questão do ser superior, do ser racional e poderoso, a ilusão vitoriosa que o Homem é mais e pode ser mais e que vivemos num Mundo magnânime, não é mais que ver a Terra com olhos de exosfera.
Estamos perante um planeta que experienciado de perto é enorme, mas, de longe é apenas um ponto luminoso. O Sol só se vê de dia e não de noite, assim, também a Terra pode ser contemplada com outro olhar e nesse a “imponente” Terra é apenas menos que um ponto, menos que um planeta, é menos que uma luz... Torna-se mais insignificante que uma formiga no meio do formigueiro. Assim, ao olharmos para o Universo não nos apercebemos que no meio de toda aquela imensidão, nós somos uma parte que pouco ou nada significa.
O que fez o Homem para não “cair”?
Aprofundou os seus conhecimentos, desenvolveu-se, cresceu, viveu, espalhou a sua sublimidade.
Escola Secundária Montemor-o-Velho

Turma 11ºA
Ana Leitão
Diana Travassos
Micael Simões
Rodrigo Couceiro
Sandra Loureiro


O Homem é … o Homem. (Nem o próprio sabe quem é!...)

Antigamente, possuíamos a crença de sermos uma espécie criada à imagem de Deus: um ser perfeito, excepcional, inteligente e dotado de racionalidade, o actor maior do palco maior, o nosso Universo. O nosso lar, a Terra, era o centro do Universo.
No entanto, desfizeram-nos o sonho, abriram-nos as feridas. Copérnico deitou por terra o nosso orgulho, quando afirmou que a Terra, afinal, não era o centro do universo, mas apenas mais um planeta pertencente ao sistema solar – Teoria Heliocêntrica.
Darwin contrariou a ideia de que o Homem era filho de Deus. Segundo ele, o Homem não passa de um elo de uma cadeia evolutiva.
Para nos inferiorizar ainda mais, Freud constatou que éramos meros escravos do inconsciente, ou seja, não éramos seres totalmente racionais.
As virtudes do Homem eram apenas uma ilusão. Crenças não verdadeiras nem justificadas.
Apesar de sermos considerados uma espécie absurda e insignificante, estamos rodeados pelas pessoas que conhecemos, pelas pessoas que queremos conhecer, pelas pessoas de quem ouvimos falar, pelas pessoas de quem mais gostamos. Apesar de o nosso lar ser um pequeno ponto azul pálido perdido na imensidão do Universo, é o único lar que alguma vez conhecemos, basta observá-lo com mais atenção para descobrir a sua grandiosidade.
Somos nós! É onde estamos! É onde vivemos o nosso dia-a-dia, as nossas alegrias e tristezas, a cobardia e a coragem, o amor e o ódio, onde nos distingue de outras espécies o que faz de nós mais do que seres insignificantes.
Certos da insignificância da nossa realidade, estamos certos, também, que marcamos a diferença.

Turma 11ºA
João Aveiro
Mariana Ribeiro
Rafael Barreto
Soraia Branco
Vasco Estevão


O lugar do Homem no Universo

A Terra está para o Universo como um átomo para uma molécula e o Homem está para a Terra como um electrão para um átomo: não adquirem mais importância do que as outras partículas e aparecem como uma parte quase insignificante de um conjunto maior.
Desde sempre que o Homem se considerou um ser superior e excepcional; no entanto, os conhecimentos actuais permitem-nos verificar que somos apenas um ponto insignificante na imensidão do Universo. É possível provar este facto empiricamente, nomeadamente através do visionamento da fotografia da Terra captada pelo Voyager 1, na qual o nosso planeta se apresenta como um mero ponto de luz. Nesse pequeno ponto do Espaço desenvolveu-se uma Humanidade, por vezes, arrogante, violenta, preconceituosa e com valores discriminatórios.
A vida humana está cheia de alegrias, sofrimentos, esperanças e desilusões e todo o Homem experimenta um período de vida finito e, às vezes marcado pela insensatez, violência e ambição, características da nossa espécie. Mas será que são estas as atitudes que devemos adoptar? Todos os conflitos e preconceitos desenvolvidos pelo Homem não fazem qualquer sentido se pensarmos que estamos sozinhos num interminável vazio. Sendo assim, devemo-nos unir e abolir as nossas diferenças, pois só nos temos a nós; não faz sentido criar mortes e sofrimento quando habitamos apenas um ponto de luz.

Turma 11ºA
Andreia Oliveira
Cristiana Reis
Patrícia Costa
Pedro Encarnação
Sérgio Simões

O Homem em construção

«Inútil definir este animal aflito.
Nem palavras,
Nem cinzéis,
Nem acordes,
Nem pincéis,
São gargantas deste grito.
Universo em expansão.
Pincelada de zarcão
Desde mais infinito
A menos infinito.»
António Gedeão

O Homem encontra-se em constante construção… construção limitada e condicionada por um planeta insignificante se pensado em relação à totalidade do Universo. É um SER CONCRETO e irredutível, não se reduz às dimensões da razão, dos afectos, da vontade, da acção, dos projectos de vida e dos modos de viver…
Todos ou quase todos os seres humanos sentem a necessidade de se questionar sobre a sua existência mas responder a esta questão não é tarefa fácil, supõe uma compreensão mais alargada da nossa condição humana.
Sabemo-nos seres insignificantes face ao Universo… Apercebemo-nos do quanto a nossa existência é efémera, finita, e, por vezes, insensata.
Já nos pensámos sal da Terra, centro do Mundo, filhos de Deus… valorizando de tal modo a nossa existência que as nossas fraquezas e tudo o resto que nos atormenta chega a cair em esquecimento.
Mas basta um segundo, um olhar atento da fotografia do nosso Planeta visto de longe e constatamos que somos um quase nada no Universo… somos apenas sujeitos crentes que somos ou seremos algo no seio da Universo. Um quid….
Somos apenas habitantes de um pequeno ponto azul pálido, algures perdido no Universo… pequenos… efémeros…
Onde reside, pois, a nossa grandeza?
Escola Secundária de Montemor-o-Velho

Turma 11ºA
Cristina Sousa
Joana Cruz
Rute Rama
Suse Ferreira

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3.º CICLO DE PINHEL

A pequenez do Homem no universo…
Enquanto crescia, sempre me ensinaram que a terra é o centro do universo, que nós, Homens, somos os únicos. Mas, nunca me tinham dito que somos apenas um ponto azul no meio de uma imensidão de negro…!
Por vezes, ponho-me a pensar, e pergunto:
Somos o quê afinal?
Eu pensava que éramos magnânimes, mas vou-me apercebendo, aos poucos, que somos demasiado efémeros! Vamos desaparecer, apenas sem deixar rasto!
Somos plenos em grandiosidade, quando construímos palacetes, quando falamos bem… em tanta coisa… Mas não somos perfeitos. E porquê?! Afinal, fomos feitos pelo ser, que dizem que é perfeito… Deus.
Nos meus plenos 16 anos, ainda não consegui perceber ao certo porque é que no meio de tanta grandiosidade, existe tanto ódio, tanta tristeza, tanto sofrimento… Não deveria ser tudo perfeito?! Sim… mas somos horríveis e estranhos!
De certo que pouco a pouco nos vamos apercebendo do tamanho da ignorância existente nas nossas mentes.
Somos um sonho… Ou então, apenas um erro! Somos insignificantes, mas pensamos que somos donos do mundo!
Estamos submersos num episódio que nem sabemos se é real!
Somos egoístas e uma espécie sem mentalidade suficiente para perceber que afinal somos demasiado pequenos.
A realidade é que, a pequenez é tão grande, que nem nos apercebemos.
Um dia tudo acaba… O universo também… Porque me apercebi, que nada é para sempre!

Renata Hermenegildo


A posição do homem no universo
É impressionante o quão somos pequenos neste mundo que nos parece tão grande! Mas o Mundo é apenas uma gota de água num oceano, que é o Universo.
O nosso mundo toma uma posição tão mínima e tão insignificante… Aos nossos olhos, este Mundo parece enorme, gigantesco, cheio de milhões de pessoas… Mas, no Universo, somos apenas um pequeno espacinho no meio do Infinito.
Pensamos que somos grandes, dominadores e senhores do espaço físico deste insignificante planeta. Cá dentro não conseguimos ver o quão grande é o Universo, que se espalha pelo Infinito
O Homem não pode pensar que domina, que é o centro de tudo. E, embora nos pareça que nós somos aqueles que assumimos e temos o controlo de todas as coisas, aos olhos do Universo, não passamos de seres vivos que habitam um simples planeta e não conseguimos controlar toda a grandeza e poder que o Universo exerce sobre nós.

Alunos de humanidades:
10ºC

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ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO

O lugar do homem no Universo

Na Antiguidade, devido aos nossos conhecimentos, o lugar do homem no Universo parecia natural. Talvez se situasse entre o mundo divino e o mundo criado; o homem tinha o papel de mediador entre dois mundos.
O avanço da ciência modificou radicalmente essa perspectiva. Perdidos num pequeno planeta, que gira à volta de uma estrela entre milhares, numa galáxia de um universo em contínua expansão, a pretensão de atribuirmos ao homem, o primeiro lugar na ordem do universo, parece-me não só aberrante, como despropositada.
É, no entanto verdade que o homem conjuntamente com todos os outros seres do universo, desempenha um determinado papel, que não sendo o papel principal, não deixa de ser importante.

A filosofia e a astronomia como experiências de humildade e formação de carácter

A filosofia é uma atitude que por si só é de natureza humilde. A eterna busca e interrogação sobre tudo e todos pressupõe desde logo uma humildade própria de quem tem disponibilidade mental. A astronomia, nascida da própria filosofia, tal como qualquer ciência, nasceu para aprofundar estudos sobre uma área específica. Esta disponibilidade para o conhecimento e o saber contribuiu para a formação do carácter de cada um nós, pois que não se passa pelo processo de aprendizagem sem que daí algo se retire.

Responsabilidade do homem para com o homem e o planeta .
Ao princípio da civilidade é inerente a responsabilidade que cada um tem para com o próximo. Baseados neste princípio cada um de nós, não só deve, como tem obrigação de respeitar as regras de conduta e de habitabilidade com o outro. Desta forma, cada indivíduo contribui para o seu bem-estar, o bem-estar do próximo e o bem-estar do planeta.

TURMA 11.ºB
Sara Plácido

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ESCOLA SECUNDÁRIA DE TAVIRA

Não somos tão racionais assim...

[clique aqui para ver o vídeo]

Autoria: Ana Rita Gonçalves; André Gonçalves; Diana Anica
Turma: 10.º A1



O nosso lugar no Universo

O ser humano, essa grande espécie com uma enorme inteligência, capaz de edificar grandes civilizações bem como de erguer horrores, habitante dum planeta tão especial, será que preenche um lugar essencial ou tem um papel de relevo no Universo? Esse Universo tão vasto que nem sequer se consegue avistar duma ponta à outra!

Qual é o papel do Homem no Universo? Será o nosso papel essencial, pré-determinado, ou será que é o acaso que vai ajudando a definir o nosso caminho? Como admitir o acaso no Universo quando este é tão minucioso, tão perfeito ao ponto de uma minúscula partícula, o electrão, ser um elemento de notável importância?

Se cada ser humano tem na sociedade um papel importante e essencial para que tudo funcione, será o Universo como a nossa sociedade necessitado de todo o conjunto para funcionar? Assim teríamos um lugar essencial, pois como acontece com qualquer membro da sociedade, em que a sua existência e as suas acções contribuem para o equilíbrio do meio social, também a nossa presença contribuiria para o equilíbrio do Universo. Talvez também possamos comparar o Universo a um relógio: por exemplo, basta haver um mecanismo fora do sítio ou que deixe de funcionar, para que toda a harmonia se transforme. Se assim for, também temos um lugar especial, pois se não existíssemos o Universo também não existiria, pelo menos como o conhecemos.

Mas vendo bem, o nosso papel pode ser temporário admitindo que a humanidade terá um fim. Será que o nosso papel é preparar terreno para algo grandioso?

Considero que nada existe sem uma finalidade. Existimos por algum motivo.

Ou talvez a humanidade seja não um meio para atingir um fim, mas sim a própria finalidade. Eu apoio a ideia de alguns cientistas, de que o propósito da existência do universo é a criação, não de vida, mas sim de inteligência. Digo isto pois nós, seres humanos, consideramo-nos seres perfeitos ou superiores. Porquê? Porque temos uma característica que nenhum outro ser vivo ou animal tem. Conseguimos raciocinar, conseguimos pensar de um modo lógico, conseguimos controlar os instintos através da capacidade analítica e crítica.

Se formos ver a forma como a vida evoluiu verificamos que, ao longo da evolução, as espécies foram ganhando inteligência para ultrapassar obstáculos que os seus antepassados não conseguiram e toda esta evolução levou à criação da nossa espécie: o homo sapiens sapiens , o ser inteligente. Mas se, por hipótese, a vida biológica acabar? Logo a inteligência também. Ou esta pode permanecer na robótica? Admitamos que a inteligência, os sentimentos, as emoções são produto da quantidade de impulsos eléctricos enviados pelo e para o cérebro e a capacidade de recepção dos mesmos por parte do corpo. Os cientistas já criaram sistemas neurológicos em robôs, mas muito primitivos quando comparados com a nossa actual complexidade. Então, talvez num futuro indeterminado os robôs ganhem “vida” povoando o universo e preservando a inteligência, se este for de facto o propósito do Universo. Em conclusão, talvez sejamos a própria essência da existência do Cosmos. Ou talvez não. Temos de certo um lugar, um papel, só não sabemos qual é. É esse segredo que vai alimentando a nossa existência e nessa dialéctica entre sermos causa e consequência, vamos encontrando um sentido para o nosso ser.

Turma 10.º A2
n.º 25 - Pedro Fernandes

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Experiência filosófica:
"consiste em provocar ínfimos sobressaltos. Inventar qualquer coisa a fazer, a dizer, a sonhar, que faça experimentar o espanto e o desconforto de uma questão." (Roger-Pol Droit)

AGRADECIMENTOS
Aos professores e professoras:
António Sequeira; Cândida Ferreira; Cristina Janicas; Filomena Gamelas; José Gama; Maria Alberta Fitas; Maria Manuela Galvão; Maria do Rosário Fernandes; Manuel Macedo Sousa; Sérgio Alves; Silvina Cabral.


Aos alunos e alunas:
Abel Tiago; Adriana Carvalho; Adriana Vasco; Adriano; Alexandra Brito; Alexandre; Ana Catarina; Ana Catarina(II); Ana Carolina Bento; Ana Cerqueira; Ana Inês Furriel; Ana Isabel; Ana Ferreira; Ana Filipa Santos; Ana Leitão; Ana Luísa; Ana Melo; Ana Catarina Oliveira; Ana Páscoa; Ana Pimentel; Ana Paula Cruz; Ana Raquel; Ana Raquel (II); Ana Raquel Barbosa; Ana Raquel Faria; Ana Ribeiro; Ana Rita; Ana Rita Gonçalves; Ana Silva; Ana Soares; Ana Soares (II); Ana sofia Sousa; Ana Teresa; André Gomes; André Gonçalves; André Silva; Andreia Mesquita; Andreia Oliveira; Ângela Pinto; António; António Ferrão; António Martins; António Rebelo; Bárbara, Bernardete; Bruna Almeida; Bruna Pereira; Bruno Lourenço; Bruno Pinto; Bruno Quelhas; Bruno Vicente; Carolina Arruda; Carolina Dias; Carolina Pacheco; Carlos Fernandes; Catarina Almeida; Catarina Antunes; Catarina Calado; Catarina Soares;  Cátia Almeida; Cátia Dinis;
Celina Marques; Claúdia Lopes; Cláudia Monteiro; Cristina Monteiro; Cristiana; Cristiana Reis; Cristina Sousa; Cynthia Dias; David Santos; Daniel Benevides; Daniel Carvalho; Daniel Frias; Daniela Ferreira; Daniela Simões; David Cortesão; Débora Bolarinho; Diana Anica; Diana Silva; Diana Travassos; Diogo Cerqueira; Diogo Cunha; Diogo Oliveira; Diogo Samuel; Duarte Teles; Edson Elisabete Teixeira; Emanuel; Eduardo Aranha; Eduardo Jesus; Eduardo Lopes; Fábio; Fábio Carvalho; Filipa Fernandes; Filipa Ferreira; Filipa Marques; Filipe Sequeira; Filipe Sousa; Flávia Venâncio; Francisco Brito; Francisco Dias; Francisco Santos; Gonçalvo Sampaio; Gonçalo Teixeira; Gustavo Emanuel Santos Dinis; Filipa Fernandes; Helena; Helena Silva; Henrique Matiz; Hugo Ribeiro; Hugo Rogério; Inês Coelho; Inês Costa; Inês Farinha; Inês Pereira; Isa Carvalho; Jessica Lima; Joana Barbosa; Joana Margarida Bastos; Joana Cruz; Joana Ferreira; Joana Monteiro; Joana Pinheiro; João; João Aveiro; João Campos; João Costa; João Cruz; João Ferreira; João Gonçalo; João Luís; João Martinenz; João Matos; João Mendes; João Moita; João Paulo Rema; João Pedro; João Neto; João Pascoal; João Pedro Correia; João Pereira; João Pimentel; João Rodrigues; José Miguel Antunes; José Archer; José Oliveira; Juliana Nogueira; Lea Coimbra; Leandro Gerson; Leonor Pimentel; Liliana Simões; Luís Santos; Luís Carlos Sousa; Luís Mendonça; Luís Segadães; Luísa Cerqueira; Luísa Martins; Lurdes Gonçalves; Maria João Amado; Mariana Castro; Mariana Amaro; Mara Correia; Mariana Dias; Mariana Ferreira; Mariana Martins; Mafalda; Mafalda Jesus; Mafalda Peixoto; Marcelo Rodrigues; Manuel Barros; Margaridfa Bicho; Maria João Balas; Maria Manuel Grácio; Mariana Ribeiro; Marília Costa; Marisa Costa; Marléne; Marta Brás; Mauro; Micael Antunes; Micael Simões; Michel Pereira; Mónica Martins; Nair Moura; Nélia Gaspar;  Nelly Marques; Nuno Dourado; Patrícia; Patrícia(II); Patrícia (III); Patrícia Cardoso; Patrícia Costa; Patrícia Silva; Paulo Guilherme; Pedro Encarnação; Pedro Eusébio; Pedro Pereira; Pedro Sousa; Rafael Barreto; Rafael Fonseca; Rafael Ribeiro; Rafaela Gonçalves; Raíssa; Raquel Peixoto; Raquel Rodrigues; Renata Hermenegildo; Ricardo Moreira; Ricardo Pinheiro; Rita; Rita Prata; Rita Silvério; Rodrigo Couceiro; Rodrigo Diogo; Rui Mendes; Rute Isabel Simões Castanheira; Rute Gama; Samuel Neves; Sandra Loureiro; Sandrine; Sara Plácido; Sara Lavadinho; Sara Pereira; Sérgio Simões; Sílvia Daniela; Simone Alves; Sofia Oliveira; Sofia Teixeira; Sónia; Soraia Branco; Susana Ribeiro; Suse Ferreira; Tânia; Tânia Martins; Tatiana Pereira; Tatiana Tavares; Teresa; Teresa Freitas; Tomás; Tiago Marçal; Tiago Monteiro; Tiago Oliveira; Tiago Sequeira; Vânia Andrade; Vasco; Vanessa; Vasco Estevão; Virgínia Ferreira.